Agora você já pode ler a tribuna em versão FLIP
Ir para página inicial
  • Natal - 21°Natal - 21°

Natal

Natal, 29 de Julho de 2010 | Atualizado às 22:48

Assaltantes fazem "arrastão" no restaurante Tábua de Carne

Publicação: 23 de Janeiro de 2008 às 00:00
tamanho do texto A+ A-

Um grupo de homens armados com pistolas invadiu, às 22h30 de terça-feira (22), o restaurante Tábua de Carne, em Capim Macio, zona sul de Natal. Os assaltantes levaram cerca de R$ 4 mil do caixa, além de celulares e dinheiro de clientes. Até o momento a polícia não tem pistas dos bandidos.

Segundo o delegado de plantão, Márcio Delgado, que também é titular da Especializada de Furtos e Roubos, quatro bandidos participaram do assalto ao Tábua de Carne. Um foi em direção ao caixa e arrombou a porta com chutes, enquanto os outros revistaram os clientes à procura de celulares, dinheiro e objetos de valor.

De acordo com o relato das vítimas, todos os homens estavam armados com pistolas e não usavam disfarce. O assalto durou no máximo quatro minutos. Pelo menos duas testemunhas (um cozinheira e um taxista) chegaram a acionar a Polícia Militar através do telefone 190, mas, com a chegada após cerca de quatro minutos, os policiais já não encontraram os bandidos no local.

Leia mais na edição de amanhã da TRIBUNA DO NORTE.

  • 600 caracteres
  • separar os emails por vírgulas
  • 600 caracteres
  • Encontrou algum erro nesta matéria? Envie pra nós.

  • 400 caracteres

comentários

rodrigo.alexandre2006@...23/1/2008 @ 17h17
E ai fica a pergunta: cadê a tranquilidade de Natal, aquela cidade pacata? É vergonhoso ver como a insegurança ronda todos os cantos da cidade. É lamentável!
gilmarspanemberg@...23/1/2008 @ 17h27
Socoooorro...quero aquela Natal de uns poucos anos atras de volta. Quando é que as nossas "autoridades" vão tomar alguma providência??? Sempre soube que Natal não estava pronta para crescer (muito menos desordenadamente como está acontecendo).
marcosasbarbosa@...23/1/2008 @ 17h04
É lastimável o aumento da violência em nossa querida cidade, que até no final do século passado poderia ainda ser considerada uma cidade tranqüila. Se Ferreira Itajubá estivesse vivo, talvez não conseguisse mais repetir os versos desse soneto, pois a violência tem tentado ofuscar a beleza de nossa linda cidade. “Natal é um vale branco entre coqueiros: logo que desce a luz das alvoradas, vão barra afora as velas das jangadas, cessam no rio as trovas dos barqueiros. E à tarde, quando os rudes jangadeiros, voltam da pesca às praias alongadas, começa à sombra fresca das latadas a palestra amorosa dos solteiros. Quantas belezas mil Natal encerra! deu-lhe a natureza um mar esmeraldino, despiu-lhe o morro, aveludou-lhe a serra... Terra da minha mãe, bendita sejas, orvalhada no pranto cristalino da saudade das moças sertanejas! Terra Mater, de Ferreira Itajubá
Publicidade
Publicidade
Tribuna do Norte