Considerada uma das técnicas mais difíceis de pintura, a aquarela inspira os pincéis da artista plástica Ana Rique há 20 anos. Aos pigmentos dissolvidos em água ela dedica a exposição individual “Aquarelas”, que está aberta ao público a partir de hoje na Galeria Conviv’art da UFRN, ficando aberta até o dia 17 de agosto. Apreciadora de natureza morta, Ana dá a sua visão sobre as cores da natureza.
“Aquarelas” traz 33 telas que Ana Rique preparou ao longo de um ano. Boa parte das paisagens retratadas por ela são formadas por motivos florais. “Adoro flores. E minha intenção é trabalhar com elas de uma forma cada vez mais abstrata, tirar aquela marca acadêmica da pintura”, afirma. Apesar de não seguir uma escola de pintura específica, Ana Rique afirma que recebeu muita influência dos impressionistas. “Me identifiquei com a ousadia daquele grupo, que rompeu com as regras acadêmicas de sua época”, explica.
“A verdade é que hoje não há mais escolas a seguir, como antigamente. Todo artista tem as suas influências, mas cada um cria seu próprio estilo”, afirma Ana. O gosto pela aquarela é puramente pessoal. “Aprecio as cores, as transparências...são características que gosto de ver nas aquarelas. E é um desafio trabalhar com ela, pois exige domínio sobre os tempos de secagem e tudo mais”, ressalta.
A artista ressalta o destaque que a aquarela recebe fora do país. “Aqui ainda não chegou ao apogeu, mas na Europa há mais livros, técnicas e artistas do gênero. Eu chegue a fazer cursos na Toscana e em Veneza, com todo mundo pintando ao ar livre, é uma experiência fantástica”, diz. Ana Rique costuma expôr desde que era estudante de artes plásticas na UFRN, já figurando ao lado de Vicente Vitoriano, num Encontro Internacional de Aquarelistas em Paraty (RJ), e na exposição “A natureza de nós dois”, que fez junto com o marido, com grande repercussão à época.
Serviço: “Aquarelas”, de Ana Rique. De 03 a 17/08, na Galeria Conviv’art da UFRN.
Alberto Leandro
Os tons pastéis e a delicada transparência de flores e peixes marcam a pintura de Ana Rique.
Os tons pastéis e a delicada transparência de flores e peixes marcam a pintura de Ana Rique.“Aquarelas” traz 33 telas que Ana Rique preparou ao longo de um ano. Boa parte das paisagens retratadas por ela são formadas por motivos florais. “Adoro flores. E minha intenção é trabalhar com elas de uma forma cada vez mais abstrata, tirar aquela marca acadêmica da pintura”, afirma. Apesar de não seguir uma escola de pintura específica, Ana Rique afirma que recebeu muita influência dos impressionistas. “Me identifiquei com a ousadia daquele grupo, que rompeu com as regras acadêmicas de sua época”, explica.
“A verdade é que hoje não há mais escolas a seguir, como antigamente. Todo artista tem as suas influências, mas cada um cria seu próprio estilo”, afirma Ana. O gosto pela aquarela é puramente pessoal. “Aprecio as cores, as transparências...são características que gosto de ver nas aquarelas. E é um desafio trabalhar com ela, pois exige domínio sobre os tempos de secagem e tudo mais”, ressalta.
A artista ressalta o destaque que a aquarela recebe fora do país. “Aqui ainda não chegou ao apogeu, mas na Europa há mais livros, técnicas e artistas do gênero. Eu chegue a fazer cursos na Toscana e em Veneza, com todo mundo pintando ao ar livre, é uma experiência fantástica”, diz. Ana Rique costuma expôr desde que era estudante de artes plásticas na UFRN, já figurando ao lado de Vicente Vitoriano, num Encontro Internacional de Aquarelistas em Paraty (RJ), e na exposição “A natureza de nós dois”, que fez junto com o marido, com grande repercussão à época.
Serviço: “Aquarelas”, de Ana Rique. De 03 a 17/08, na Galeria Conviv’art da UFRN.