Valdir Julião - repórter
Tudo começou por acaso, entre dez e 15 amigos saíram tocando com pau e lata e uma brincadeira que começou em 1976, tornou-se uma “coisa séria” e agora completa 37 anos neste carnaval de 2013: o bloco “As Raparigas”, da praia da Redinha - “Se tinha “As Virgens” da praia de Pirangi e “As Kengas” do centro da cidade, a Redinha precisa das “raparigas”, disse com toda irreverência o fundador do bloco, José Rinaldo, o “Naldo”.
“As Raparigas” saem no fim da manhã de domingo e da segunda de Carnaval, informou “Naldo”, a fim de se encaixar no cronograma de eventos carnavalescos da prefeitura, “que com toda dificuldade deste ano”, disse ele, bancou a banda de 30 músicos, dez a menos do que no Carnaval de 2012.
Neste domingo, o bloco estava previsto para sair às 11 horas, mas deixou a concentração na Praça do Cruzeiro com uma hora de atraso, com uma multidão em torno de 500 foliões. “Pelo meio do caminho as pessoas vão se chegando e termina com dois mil foliões”, dizia “Naldo”. O destino, a praça do “Nana Banana” do “Caju”, no trevo que dá acesso à praia da Redinha Nova, em Extremoz.
Um dos foliões mais animados era o cozinheiro Elio Caldas - “é assim mesmo o meu nome, porque com H, fica muito homem” - que se autointitula “advogado das raparigas”, porque antigamente, dava muitas brigas entre as “bichas” e ele chegava para apaziguar as coisas.
Caldas afirmou que sai no bloco “As Raparigas” há 16 anos e uma vez chegou a sair no bloco “Os cão” que sai no último dia de Carnaval, a terça-feira, quando os foliões se melam de lama no mangue do rio Potengi, “Saí só uma vez, porque me deu uma coceira que quase caia o pinto”,dizia ele com toda a sua irreverência carnavalesca”.
Francisco de Assis Gomes, o “Alberi” é funcionário público e diz que não perde um ano de “As Raparigas”. Para ele, a saída do bloco tinha muito menos gente que no ano passado:”A praça aqui estava lotada”.
Tudo começou por acaso, entre dez e 15 amigos saíram tocando com pau e lata e uma brincadeira que começou em 1976, tornou-se uma “coisa séria” e agora completa 37 anos neste carnaval de 2013: o bloco “As Raparigas”, da praia da Redinha - “Se tinha “As Virgens” da praia de Pirangi e “As Kengas” do centro da cidade, a Redinha precisa das “raparigas”, disse com toda irreverência o fundador do bloco, José Rinaldo, o “Naldo”.
“As Raparigas” saem no fim da manhã de domingo e da segunda de Carnaval, informou “Naldo”, a fim de se encaixar no cronograma de eventos carnavalescos da prefeitura, “que com toda dificuldade deste ano”, disse ele, bancou a banda de 30 músicos, dez a menos do que no Carnaval de 2012.
Neste domingo, o bloco estava previsto para sair às 11 horas, mas deixou a concentração na Praça do Cruzeiro com uma hora de atraso, com uma multidão em torno de 500 foliões. “Pelo meio do caminho as pessoas vão se chegando e termina com dois mil foliões”, dizia “Naldo”. O destino, a praça do “Nana Banana” do “Caju”, no trevo que dá acesso à praia da Redinha Nova, em Extremoz.
Um dos foliões mais animados era o cozinheiro Elio Caldas - “é assim mesmo o meu nome, porque com H, fica muito homem” - que se autointitula “advogado das raparigas”, porque antigamente, dava muitas brigas entre as “bichas” e ele chegava para apaziguar as coisas.
Caldas afirmou que sai no bloco “As Raparigas” há 16 anos e uma vez chegou a sair no bloco “Os cão” que sai no último dia de Carnaval, a terça-feira, quando os foliões se melam de lama no mangue do rio Potengi, “Saí só uma vez, porque me deu uma coceira que quase caia o pinto”,dizia ele com toda a sua irreverência carnavalesca”.
Francisco de Assis Gomes, o “Alberi” é funcionário público e diz que não perde um ano de “As Raparigas”. Para ele, a saída do bloco tinha muito menos gente que no ano passado:”A praça aqui estava lotada”.