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Política

Natal, 24 de Maio de 2012 | Atualizado às 21:33

Base aliada derruba requerimento para que promotor fale sobre caso Bancoop

Publicação: 10 de Março de 2010 às 12:24
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Por um voto, a base do governo derrubou hoje (10) requerimento da oposição para que o promotor de São Paulo José Carlos Blat comparecesse ao Senado com o objetivo de falar sobre suposto desvio de recursos na Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop). O desvio, de acordo com o vice-líder do PSDB e autor do requerimento, Álvaro Dias (PR), seria da ordem de R$ 100 milhões. A audiência pública ocorreria na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ).

Um dos envolvidos na investigação é o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, que ocupava, à época das supostas irregularidades, cargo de direção na Bancoop. O requerimento foi derrubado por 10 votos da base governista contra nove da oposição.

"Queremos dar a oportunidade de o promotor público relatar procedimentos adotados na investigação, o itinerário da corrupção, quais as provas que pode aprovar e quando fará denúncia à Justiça para que processo civil e criminal possa ter sequência. Não vejo por que a base aliada negar essa oportunidade ao promotor", afirmou o vice-líder.

A base governista argumentou que o requerimento teria caráter de campanha eleitoral, uma vez que o assunto não está em debate na comissão, nem tampouco no Senado. "Não podemos trazer para a CCJ assuntos como esse para não politizar uma investigação que está em andamento em São Paulo. Esse requerimento é um desserviço à CCJ e ao Senado. O debate eleitoral deve ocorrer nos níveis de competência, que não são o Senado", afirmou o líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-AP).

Já a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT), afirmou que os supostos desvios sob investigação do Ministério Público de São Paulo não envolvem dinheiro público e a denúncia sequer foi feita à Justiça. "Se a Justiça não foi acionada, por que a CCJ, que não tem a ver com dinheiro público, vai ouvir o procurador que não fez a denúncia?", questionou a senadora, que também subscreveu as declarações de Jucá de que o requerimento tem viés eleitoral.

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), por sua vez, qualificou os supostos desvios da Bancoop de "um grande escândalo que envolve o governo federal e envolve cunho político sim porque [os recursos] foram para partido político". Sobre as declarações de Jucá de que o Senado não pode ser palco de disputa político-eleitoral, Jereissati fez duras críticas à formatação, pela Casa, da solenidade de comemoração do Dia Internacional da Mulher, realizada ontem (9).

No entender do senador tucano, toda a solenidade foi montada "para servir de palanque no Senado para a ministra Dilma Rousseff". Ela foi uma das convidadas para a cerimônia. "Se o palanque é para um palanque da mulher, não entendo por que a candidata Marina não teve o mesmo direito que ela. Todos que falaram, louvaram Dilma. Isso sim é fazer campanha política e desrespeito ao Parlamento nacional", acrescentou Tasso Jereissati.
 
*Fonte: Agência Brasil

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comentários

patinhobranco@...17/03/2010 @ 00h37
PT, de novo, salvando a bandidagem que assola os palácios do país! Vai ser uma nova correria para salvar o tesoureiro do PT. O mesmo PT que já salvou o Delúbio, o Genoino, o Zé Dirceu, o Silvinho, o João Cunha, o Palocci, além do próprio Lula, que já foi salvo de um empichement, quando deu uma de espertinho, dizendo que não sabia de nada, e que não viu nada, escorregando igual a sabonete na historia do mensalão. Essa historia do mensalão, é simplesmente, para os Petistas menos avisados, o maior roubo de dinheiro publico que já se registrou no Brasil. Só devem estar roubando mais que isso, em outro País, talvez a Venezuela, ou quem sabe na Bolívia, já que não adianta mais falar em ditaduras comunistas, onde também se roubou muito, é claro tudo em nome do povo. Para garantir a situação tem bolsa disso , bolsa daquilo, cartão disso, cartão daquilo, e assim vão comprado seus votos para a próxima eleição. Dai eles dizem : tudo foi feito de acordo com a lei! Dai então todo mundo se salva. E assim também vai ser com o tesoureiro que meteu a mão, mas foi para o PT né. Então poooode!
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