Com a condenação, Bruno continuará a cumprir pena na penitenciária federal de segurança máxima Nelson Hungria, onde está desde julho de 2010. O promotor pediu aos jurados absolvição de Dayanne após ela pedir para ser reinterrogada na abertura da última sessão. A ex-mulher do goleiro afirmou ter sido coagida pelo ex-policial José Laureano Assis, o Zezé, para esconder a criança. Zezé passou a ser investigado no caso por suspeitas de participação na morte de Eliza Samúdio.

Em seu pronunciamento, a juíza Marixa Fabiane Lopes, do Tribunal do Júri, classificou Bruno como "uma pessoa fria, violenta e dissimulada". Segundo a sentença, o goleiro "demonstra absoluta impiedade".
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O promotor Henry Wagner de Castro afirmou que Bruno estava à frente dos planos de sequestro e homicídio. Castro o caracterizou como "criminoso facínora", responsvável por comandar o tráfico de drogas em Ribeirão das Neves, cidade que nasceu em Minas Gerais, e "inescrupuloso no trato com as mulheres".
Dos acusados pela morte de Eliza Samúdio, ainda serão julgados o Bola, no mês que vem, o administrador do sítio do goleiro onde Eliza teria sido morta, Wemerson e Elenílson Vítor da Silva, que serão ambos julgados em maio deste ano. Macarrão foi julgado em novembro de 2012, e foi condenado a 15 anos de prisão.