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Natal, 08 de Fevereiro de 2012 | Atualizado às 15:28

Camarão, produção e exportação

Publicação: 31 de Janeiro de 2010 às 00:00
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A pesca do camarão é uma das excelentes fontes de recursos do Nordeste. O Rio Grande do Norte participa, em grande escala, da sua produção e exportação, com bons resultados. São diversas as áreas de cultivo com produção satisfatória. Em relação a sua pesca a Cantron vendeu 90,36% do total exportado no Brasil. É uma percentagem que bem eleva a sua posição.

A empresa, que trata do problema, com relação, a exploração do camarão, segundo foi divulgado, fechou o ano de 2009 como a maior, exportadora do crustáceo no Brasil, correspondendo a 4.143,56 toneladas, o que representa 72,18 por cento do total exportando. Isso, não se tem a menor duvida, é da maior importância com relação ao Estado. Embora tenha sido prejudicada a sua cultura em 2008, com a avalanche das águas provocada pelas fortes chuvas que caíram no Estado, se recuperou bem.

Mesmo com as doenças que muitas vezes lhe tem afetado, o camarão conserva uma posição privilegiada. É uma atividade que vem se desenvolvendo, ao longo do tempo, e que tem que receber o devido apoio dos órgãos que cuidam dela, inclusive por parte do Governo, na melhoria da sua economia e dos próprios criadores. A dificuldade da carcinocultura, que muitas vezes premiam o setor, não se restringe à desvalorização do dólar.

As doenças são maiores inimigos dos produtores e, para o desenvolvimento da atividade, é preciso muita luta. Sobre tão palpitante assunto, tem havido palestras e debates para por um fim nesses problemas que, muitas vezes, atacam essa atividade. Para sanear as dificuldades existe, no cultivo do camarão, a união dos carcinocultores, para encontrar soluções e resolver o problema.

Com relação ao problema da pesca, o presidente Lula tomou a iniciativa para criação, em seu Governo, do Ministro da pesca, um órgão altamente comprometido com o problema no Brasil. Isso. Realmente, é muito importante, para quem está ligado a essa atividade, seja no nordeste ou no sul do país. E o Brasil se apresenta como um dos maiores produtores e exportadores do pescado.

Renato de Souza em matéria especial, num dos jornais da cidade diz que embora tenha tido uma menor queda na comparação de 2008 e 2009, isto é, de 8,5% a produção se manteve, praticamente, estável.

O déficit externo compensou com a expansão do mercado. Com relação à pesca oceânica do Rio Grande do Norte, o estado sofreu uma inversão; eram exportados cerca de 80% da quantidade capturada de pescado, é quem fica no mercado interno.

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