Caras novas em Goianinha

Publicação: 20 de Janeiro de 2013 às 00:00

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Pela segunda vez, num período relativamente curto, América  e Vitória voltam ao gramado do Nazarenão, dessa vez em jogo da Copa do Nordeste. Ano passado, o velho clássico nordestino terminou empatado em 2x2, jogo realizado dia 1º de setembro. É evidente que os dois elencos estão bastante alterados  quase cinco meses depois. Os baianos a nunciam um time bastante alterado devido problemas de ordem médica, sendo confirmadas as ausências de Neto Coruja, Leilson, Bob e Willie,  mas pode ser que joguem os argentinos Luiz Cáceres Centurion Cuccittini e  Max Biancucchi e Marcos Cajá. O técnico é Caio Júnior, o mesmo que passou de passagem pelo EC Bahia, não chegando nem a um mês. Sobre o campeão de 2012, arrisco esta formação logo mais em Goianinha: Dida, Norberto, Rodrigão, Edson Rocha e Fernandes, Márcio Passos, Daniel (ou Jérson) e Cascata, Netinho, Rico e Tatu. O árbitro é cearense – Avelar Rodrigo, um dos assistentes é uma mulher de nome bonito: Carolina Rommunhol, e no outro lado Thiago Brígido.

DEU A LOUCA EM ARMSTRONG
Por esta a torcida alecrinense não esperava. A “Fera” havia contratado dois ônibus, mas o presidente  do Verdão, Antony Armstrong chegou com uma proposta liberal: serão cinco ônibus, tudo de graça, transporte e o ingresso em Santa Cruz: R$ 20,00, “Eu quero é ver uns 400 torcedores no estádio”, disse. Os ônibus largam às 13h deste domingo, preferencialmente o torcedor vestindo camiseta verde. Sai da sede na rua dos Caicós. Se for com camisa tricolor, é melhor desistir, pois não entra nos ônibus.

E OS PIXADORES?

Tenho lido e observado nos noticiários sobre as Arenas da Copa 2014, todo o cuidado para que os futuros estádios sejam preservados por muitos anos. Zelo excessivo também no controle das famosas organizadas, quando passar o embalo da Copa 2014. Depois, virão os diversos Campeonatos Brasileiros, aí já sem turistas estrangeiros. Mas, há uma prevenção que está sendo esquecida: os terríveis pixadores com seus “sprais” de todas as cores, pintando figuras estranhas, nocivas.

Homens-gol

Este veterano colunista não chega ao ponto de considerar Messi maior do que Pelé, mas não nega de forma alguma o talento excepcional desse argentino. Sua canhotinha é mortífera, os adversários reconhecem esse lado forte, mas quase sempre nada podem fazer para evitar o gol. Só não o coloco no mesmo nível de Pelé pelo fato de seus gols serem muito comuns. Um, dois, três, às vezes quatro dribles, até ficar cara a cara com o goleiro, e aí dá a bola lá no cantinho. A diferença que vejo entre Messi e Pelé está na fantasia do gol.

Homem (2)

Pelé fez gol depois de aplicar dois  “banhos” (também conhecidos como lençóis) nos adversários, fez gols após aplicar o que se convencionou  chamar de “drible da vaca”, que é quando o jogador impulsiona a bola de um lado e corre para recuperá-la do outro.  Tem jogador que ainda ironiza o adversário soltando a lorota “deixe  o endereço”. Pelé era mestre nesse drible. O “rei” assinalou centenas de  gols depois de jogadas comuns (para ele) de sair costurando o pessoal da defesa, chegar próximo do goleiro e mandar a ”menina branca” lá no cantinho. Não trocaria  Messi por  Pelé.

O recorde de Messi

Na temporada passada, Messi bateu todos os recordes mundiais, ao chegar aos 90 gols numa  única temporada. O recorde de Pelé foi de 75 gols, tendo sido suplantado pelo alemão Gerd Müller. Outro recorde de Messi são os 60 gols só no campeonato espanhol. Como homem gol, Messi é abastecido o tempo todo pelos seus colegas.

O recorde (2)

O primeiro recorde de Pelé foi de 58 gols num Campeonato Paulista. O de Messi em 2012 foi de 60 só o Espanhol. Doze a mais que Pelé. O lado frágil do argentino   tem sido quando veste a camisa do seu país, embora recentemente tenha assinalado três no amistoso Argentina x Brasil. Ano passado, ele marcou 12 gols  pela seleção.

DESNÍVEL

Ainda sobre o levantamento da valorização do  futebol brasileiro feito pela empresa Pluri Consultoria, um outro dado que merece atenção dos dirigentes, principalmente do Nordeste. Co mo já frisei aqui mesmo neste espaço, o campeonato mineiro  é o destaque de valorização, com alta de 18,7% no valor dos elencos dos participantes, em face do maior poderio da dupla Cruzeiro/Atlético, disparada em relação aos demais clubes.

Desequilíbrio

Para a PLURI o desequilíbrio é a marca dos Estaduais. Na média, o clube mais valioso de cada estado tem valor de mercado equivalente a 31% de todo o campeonato. Minas,  é a grande exceção.  O Atlético/MG, sozinho, equivale a 41% do valor de todos os  participantes. Os cinco estados com maior valor de mercado respondem por 74% do total de 20 estados analisados, estados de menor valor ficam com apenas 4% do total.

SUPER ZÉ, MACHADO E CAFÉ

Preocupado em ver os velhos ídolos serem sempre lembrados, o pesquisador Ribamar Cavalcante cita o aniversário de morte do ex-repórter da antiga rádio Cabugi, José Augusto, ao lado de uma foto em que aparece o saudoso João Machado. Por coincidência, Café Filho e Machado, que eram amigos,  faleceram dia 20 de fevereiro.

OS ARMSTRONG

No seu blog no UOL, Juca Kfouri cita os nomes do gênio da música Louis Armstrong, cita Neil Armstrong, que teve o privilégio de pisar na Lua, e Lance Armstrong, o ciclista que se dopou e ganhou muitas medalhas. Nada a ver com Anthony Armstrong, presidente do Alecrim, nova esperança da “Fera.”


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