Dados divulgados nesta segunda-feira (7) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que alguns produtos da cesta básica apresentaram alta generalizada em 2012. Entre eles, destacam-se o arroz, feijão, óleo de soja, manteiga e café, com alta em 17 capitais. Natal figura entre as cidades que apresentaram maior aumento no preço de alimentos em geral, com alta de 7,69%, assim como uma das maiores altas no preço do arroz, que esteve 46,41% mais caro no ano passado.
O preço do arroz subiu em todas as localidades pesquisadas em 2012. As altas foram bastante expressivas, com todas as cidades registrando aumento anual acima de 10%. As variações mais significativas foram apuradas em Belém (69,01%), Natal (46,41%) e Aracaju (46,22%). Embora ainda significativas, as menores altas foram registradas em Manaus (18,31%), Goiânia (24,31%) e Florianópolis (30%). O preço do arroz sofreu impacto, principalmente, da redução de área plantada o que ocasionou diminuição da oferta do produto do mercado interno ao longo de 2012.
Segundo o Dieese, com resultados divulgados para as 18 capitais, os preços aumentaram em 10 localidades em dezembro. As maiores oscilações foram registradas em Goiânia (12,5%), Salvador (11,32%) e Natal (7,69%). Retrações nos preços foram verificadas em sete cidades, sendo as mais significativas em João Pessoa (-2,04%), Brasília (-2,03%) e Campo Grande (-1,99%). No Rio de Janeiro, os preços ficaram estáveis.
Taxas elevadas também foram verificadas para os preços do feijão, todas elas acima de 20% a.a. No ano passado, as principais altas situaram-se em Belém (46,64%), Rio de Janeiro (44,27%) e Aracaju (43,33%). Os menores aumentos foram anotados em Goiânia (23,41%), Natal (23,65%) e Belo Horizonte (26,02%). Assim como no caso do arroz, a oferta do produto também sofreu revezes devido a adversidades climáticas no momento do plantio, causando queda de produtividade média das lavouras. Em dezembro, considerando as 18 capitais, os preços aumentaram em 14 localidades, com as maiores oscilações em Salvador (9,61%), Fortaleza (7,69%) e Goiânia (5,53%). Retrações ocorreram somente em duas cidades, Natal (-12,18%) e Curitiba (-0,86%). Em Porto Alegre e Belém, os preços permaneceram estáveis.
Os valores para o óleo de soja em 2012 foram influenciados pelo aumento do preço da soja nos mercados internacionais, principalmente a partir do segundo semestre do ano, devido à quebra de safras nos principais países produtores e também à especulação de preços nas bolsas internacionais de grãos. A safra nacional também teve redução, o que majorou os preços dos derivados da oleaginosa. Os principais aumentos do óleo de soja ocorreram em São Paulo (27,44%), Vitória (27,05%) e Porto Alegre (26,81%). Já as menores oscilações foram encontradas em Salvador (8,63%), Aracaju (14,57%) e Natal (14,73%).
Para os preços da manteiga, os aumentos mais expressivos, em 2012, deram-se em Brasília (21,96%), Salvador (18,31%) e Florianópolis (17,93%). As menores taxas ocorreram em Porto Alegre (0,68%), Aracaju (1,35%) e Belo Horizonte (2,85%). Em dezembro os preços médios aumentaram em 12 localidades, destacando-se Manaus (10,16%), Salvador (5,39%) e Goiânia (3,78%). As quedas foram apuradas em seis cidades, com as oscilações variando entre -4,08%, em Natal, e -0,14% em Porto Alegre.
O café em pó ficou mais caro em todas as localidades pesquisadas em 2012. As altas mais significativas foram observadas em Vitória (30,04%), Brasília (26,77%) e Belém (19,45%). Os menores aumentos ocorreram em Manaus (2,47%), Aracaju (3,66%) e Porto Alegre (5,01%).
Os preços da farinha aumentaram em 15 cidades no ano observado nesta pesquisa. As oscilações mais expressivas ocorreram nas capitais das regiões Norte e Nordeste, onde é pesquisada a farinha de mandioca: Aracaju (115,47%), Fortaleza (96,83%) e Manaus (90,58%). A queda na produção da região nordestina, associada ao aumento da demanda pela farinha, influenciou nesta alta no ano. Nas cidades onde é pesquisada a farinha de trigo, as principais elevações ocorreram em: Curitiba (10,86%), Rio de Janeiro (9,7%) e Vitória (7,17%). As únicas retrações no ano foram em Florianópolis (-15%) e Brasília (-5,08%).
Os dados do Dieese também mostraram que o preço da batata subiu nas nove localidades do centro-sul onde é pesquisada. Todas as variações superaram 30% a.a, com as mais significativas em Belo Horizonte (85,93%), Rio de Janeiro (75,97%) e Goiânia (74,79%). As menores oscilações foram apuradas em Florianópolis (29,61%), Vitória (39,77%) e Brasília (41,67%). Adversidades climáticas, principalmente no segundo semestre do ano, ocasionaram quebra de safra do tubérculo, pressionando os preços.
O preço do arroz subiu em todas as localidades pesquisadas em 2012. As altas foram bastante expressivas, com todas as cidades registrando aumento anual acima de 10%. As variações mais significativas foram apuradas em Belém (69,01%), Natal (46,41%) e Aracaju (46,22%). Embora ainda significativas, as menores altas foram registradas em Manaus (18,31%), Goiânia (24,31%) e Florianópolis (30%). O preço do arroz sofreu impacto, principalmente, da redução de área plantada o que ocasionou diminuição da oferta do produto do mercado interno ao longo de 2012.
Segundo o Dieese, com resultados divulgados para as 18 capitais, os preços aumentaram em 10 localidades em dezembro. As maiores oscilações foram registradas em Goiânia (12,5%), Salvador (11,32%) e Natal (7,69%). Retrações nos preços foram verificadas em sete cidades, sendo as mais significativas em João Pessoa (-2,04%), Brasília (-2,03%) e Campo Grande (-1,99%). No Rio de Janeiro, os preços ficaram estáveis.
Taxas elevadas também foram verificadas para os preços do feijão, todas elas acima de 20% a.a. No ano passado, as principais altas situaram-se em Belém (46,64%), Rio de Janeiro (44,27%) e Aracaju (43,33%). Os menores aumentos foram anotados em Goiânia (23,41%), Natal (23,65%) e Belo Horizonte (26,02%). Assim como no caso do arroz, a oferta do produto também sofreu revezes devido a adversidades climáticas no momento do plantio, causando queda de produtividade média das lavouras. Em dezembro, considerando as 18 capitais, os preços aumentaram em 14 localidades, com as maiores oscilações em Salvador (9,61%), Fortaleza (7,69%) e Goiânia (5,53%). Retrações ocorreram somente em duas cidades, Natal (-12,18%) e Curitiba (-0,86%). Em Porto Alegre e Belém, os preços permaneceram estáveis.
Os valores para o óleo de soja em 2012 foram influenciados pelo aumento do preço da soja nos mercados internacionais, principalmente a partir do segundo semestre do ano, devido à quebra de safras nos principais países produtores e também à especulação de preços nas bolsas internacionais de grãos. A safra nacional também teve redução, o que majorou os preços dos derivados da oleaginosa. Os principais aumentos do óleo de soja ocorreram em São Paulo (27,44%), Vitória (27,05%) e Porto Alegre (26,81%). Já as menores oscilações foram encontradas em Salvador (8,63%), Aracaju (14,57%) e Natal (14,73%).
Para os preços da manteiga, os aumentos mais expressivos, em 2012, deram-se em Brasília (21,96%), Salvador (18,31%) e Florianópolis (17,93%). As menores taxas ocorreram em Porto Alegre (0,68%), Aracaju (1,35%) e Belo Horizonte (2,85%). Em dezembro os preços médios aumentaram em 12 localidades, destacando-se Manaus (10,16%), Salvador (5,39%) e Goiânia (3,78%). As quedas foram apuradas em seis cidades, com as oscilações variando entre -4,08%, em Natal, e -0,14% em Porto Alegre.
O café em pó ficou mais caro em todas as localidades pesquisadas em 2012. As altas mais significativas foram observadas em Vitória (30,04%), Brasília (26,77%) e Belém (19,45%). Os menores aumentos ocorreram em Manaus (2,47%), Aracaju (3,66%) e Porto Alegre (5,01%).
Os preços da farinha aumentaram em 15 cidades no ano observado nesta pesquisa. As oscilações mais expressivas ocorreram nas capitais das regiões Norte e Nordeste, onde é pesquisada a farinha de mandioca: Aracaju (115,47%), Fortaleza (96,83%) e Manaus (90,58%). A queda na produção da região nordestina, associada ao aumento da demanda pela farinha, influenciou nesta alta no ano. Nas cidades onde é pesquisada a farinha de trigo, as principais elevações ocorreram em: Curitiba (10,86%), Rio de Janeiro (9,7%) e Vitória (7,17%). As únicas retrações no ano foram em Florianópolis (-15%) e Brasília (-5,08%).
Os dados do Dieese também mostraram que o preço da batata subiu nas nove localidades do centro-sul onde é pesquisada. Todas as variações superaram 30% a.a, com as mais significativas em Belo Horizonte (85,93%), Rio de Janeiro (75,97%) e Goiânia (74,79%). As menores oscilações foram apuradas em Florianópolis (29,61%), Vitória (39,77%) e Brasília (41,67%). Adversidades climáticas, principalmente no segundo semestre do ano, ocasionaram quebra de safra do tubérculo, pressionando os preços.