O Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou hoje (12) a decisão, tomada através da comissão executiva, que a luta, um dos esportes mais tradicionais nos jogos, foi retirado do núcleo de modalidades dos Jogos Olímpicos de 2020. O anúncio foi feito pelo porta-voz da organização, Mark Adams. "É apenas uma recomendação da comissão executiva", disse Adams, acrescentando que é "a reunião [em Buenos Aires no mês de setembro] que decidirá quais esportes integrarão o programa para 2020".
Com a decisão, a Federação Internacional de Luta se junta a outros sete esportes que brigam para fazer parte dos Jogos Olímpicos em 2020 (caratê, escalada, squash, wushu - arte marcial -, beisebol, wakeboard e patinação sobre rodas). Esses sete disputam uma única vaga que está em aberto para esses jogos.
O COI deve anunciar, na mesma reunião em setembroo, além do programa dos Jogos Olímpicos de 2020, a cidade-sede dos jogos. Estão entre as três finalistas: Istambul, Madrid e Tóquio.
Nos jogos de Londres participaram 26 esportes, que foram revisados em função de diversos critérios como popularidade, universalidade e boa administração. Nessa avaliação, a luta ficou em último lugar na lista. Em 2009, o softbol e o beisebol passaram pela mesma situação, quando foram retirados da lista participante dos jogos olímpicos para dar lugar ao golfe e ao rúgbi em 2016, no Rio de Janeiro.
A luta já estava presente no programa dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, no ano 708 antes de Cristo. A luta greco-romana integrava o programa olímpico desde o início dos Jogos da Era Moderna, em 1896, em Atenas.
O vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional, o alemão Thomas Bach, afirmou que a luta aparecia entre as mais votadas em todas as três ou quatro votações que foram feitas para esta decisão. "No final das contas deixou de ser uma surpresa", disse Bach, considerado um dos favoritos para assumir a presidência do COI em setembro.
A Federação Internacional de Luta (FILA), em comunicado, se mostrou "estupefata" e afirmou que tomará as medidas necessárias para "convencer a comissão de que esta decisão não faz sentido".
"A luta é um dos esportes fundadores dos Jogos Olímpicos da Antiguidade assim como dos modernos e está implantada em 180 países. Em muito destes países trata-se do esporte nacional, oferecendo uma oportunidade única de serem representados por atletas, contribuindo para a universalidade do movimento olímpico", completou a federação.
Com a decisão, a Federação Internacional de Luta se junta a outros sete esportes que brigam para fazer parte dos Jogos Olímpicos em 2020 (caratê, escalada, squash, wushu - arte marcial -, beisebol, wakeboard e patinação sobre rodas). Esses sete disputam uma única vaga que está em aberto para esses jogos.
O COI deve anunciar, na mesma reunião em setembroo, além do programa dos Jogos Olímpicos de 2020, a cidade-sede dos jogos. Estão entre as três finalistas: Istambul, Madrid e Tóquio.
Nos jogos de Londres participaram 26 esportes, que foram revisados em função de diversos critérios como popularidade, universalidade e boa administração. Nessa avaliação, a luta ficou em último lugar na lista. Em 2009, o softbol e o beisebol passaram pela mesma situação, quando foram retirados da lista participante dos jogos olímpicos para dar lugar ao golfe e ao rúgbi em 2016, no Rio de Janeiro.
A luta já estava presente no programa dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, no ano 708 antes de Cristo. A luta greco-romana integrava o programa olímpico desde o início dos Jogos da Era Moderna, em 1896, em Atenas.
O vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional, o alemão Thomas Bach, afirmou que a luta aparecia entre as mais votadas em todas as três ou quatro votações que foram feitas para esta decisão. "No final das contas deixou de ser uma surpresa", disse Bach, considerado um dos favoritos para assumir a presidência do COI em setembro.
A Federação Internacional de Luta (FILA), em comunicado, se mostrou "estupefata" e afirmou que tomará as medidas necessárias para "convencer a comissão de que esta decisão não faz sentido".
"A luta é um dos esportes fundadores dos Jogos Olímpicos da Antiguidade assim como dos modernos e está implantada em 180 países. Em muito destes países trata-se do esporte nacional, oferecendo uma oportunidade única de serem representados por atletas, contribuindo para a universalidade do movimento olímpico", completou a federação.