A Delegacia Geral da Polícia Civil (Degepol) designou o delegado de Homicídios, José Roberto de Andrade, como delegado especial para atuar, sem prejuízo de suas atribuições na Dehom, na apuração do assassinato a tiros do auditor fiscal do Estado aposentado Abeane Vale de Medeiros, 67 anos, crime ocorrido por volta das 10h15 da terça-feira (19), na rua Alberto Maranhão, no Tirol, em Natal.
O principal suspeito do homicídio é o filho da vítima, Abeane Luiz Jorge Vale, 31 anos, cuja mãe, Joana D’Arc Vale foi morta com dois tiros pelo pai em 19 outubro de 1999, crime pelo qual foi condenado a 13 anos de prisão em regime fechado e que decorreu em transitado e julgado em 28 de fevereiro deste ano, esgotado todos os recursos de apelação e judiciais em favor do réu.
No dia seguinte ao crime, começo da tarde de quarta-feira (20), o veículo usado pelo suposto assassino, foi encontrado na rua João Dias, no Barro Vermelho, com marcas de tiros e vestígios de tinta na cor amarela, pois o Gol NXZ-5484 teria batido contra o veículo da vítima, um Fiat Uno (MYN-0220) amarelo, para forçá-la a parar o carro no semáforo da avenida Prudente de Morais com a rua Alberto Maranhão. No banco dianteiro do veículo da vítima, a Polícia encontrou duas cápsulas deflagradas de pistola.
A Polícia Civil apurou que o Gol, branco, estava em nome do filho da vítima, Abeane Luiz Jorge Vale, que na época em que a mãe foi assassinada pelo pai, tinha 17 anos de idade. A mulher foi morta dentro de seu carro, quando estava acompanhada de uma oficiala de justiça, que hora antes cumprira mandado judicial sobre separação de corpos proferida em desfavor do marido Abeane Vale de Medeiros.
Delegado quer ouvir filho de Abeane Medeiros
O delegado José Roberto de Andrade já vinha acompanhando o caso extraoficialmente, mas como a portaria do delegado geral da Polícia, Fábio Robério Silva, só foi publicada na edição do “Diário Oficial do Estado” desse sábado (29), ele afirmou que “ainda não tinha elementos” para solicitar a prisão preventiva de Abeane Luiz Vale.
“Vamos aguardar que o filho da vítima se apresente para dar explicações sobre o envolvimento do carro no crime”, disse o delegado, que, mesmo assim, afirmou que fará diligências para encontrá-lo caso não se apresente à Polícia.
Roberto Andrade informou à TRIBUNA DO NORTE, na manhã de ontem, que ainda não recebeu os autos do inquérito policial 036/2013, procedimento aberto na 3ª Delegacia de Polícia, do Alecrim, que atua na jurisdição onde ocorreu o homicídio. O levantamento inicial ficou a cargo do delegado Amaro Rinaldi, que vinha respondendo pela 3ª DP em função das férias do seu titular, o delegado Natanion de Freitas, que está retornando às atividades profissionais nesta segunda-feira (26).
Porém, Andrade já confirmou que acompanhou a perícia feita pelo Itep no Gol branco, supostamente utilizado pelo criminoso: “A perícia foi realizada no mesmo dia em que foi encontrado o carro”.
Caicoense de nascimento, o aposentado Abeane Vale de Medeiros chegou a ser eleito vereador em Passa e Fica, na região Agreste do Estado. A Justiça havia emitido mandado de prisão contra ele em 13 março deste ano pela morte da mulher Joana d’Arc Jorge Vale.
O principal suspeito do homicídio é o filho da vítima, Abeane Luiz Jorge Vale, 31 anos, cuja mãe, Joana D’Arc Vale foi morta com dois tiros pelo pai em 19 outubro de 1999, crime pelo qual foi condenado a 13 anos de prisão em regime fechado e que decorreu em transitado e julgado em 28 de fevereiro deste ano, esgotado todos os recursos de apelação e judiciais em favor do réu.
No dia seguinte ao crime, começo da tarde de quarta-feira (20), o veículo usado pelo suposto assassino, foi encontrado na rua João Dias, no Barro Vermelho, com marcas de tiros e vestígios de tinta na cor amarela, pois o Gol NXZ-5484 teria batido contra o veículo da vítima, um Fiat Uno (MYN-0220) amarelo, para forçá-la a parar o carro no semáforo da avenida Prudente de Morais com a rua Alberto Maranhão. No banco dianteiro do veículo da vítima, a Polícia encontrou duas cápsulas deflagradas de pistola.
A Polícia Civil apurou que o Gol, branco, estava em nome do filho da vítima, Abeane Luiz Jorge Vale, que na época em que a mãe foi assassinada pelo pai, tinha 17 anos de idade. A mulher foi morta dentro de seu carro, quando estava acompanhada de uma oficiala de justiça, que hora antes cumprira mandado judicial sobre separação de corpos proferida em desfavor do marido Abeane Vale de Medeiros.
Delegado quer ouvir filho de Abeane Medeiros
O delegado José Roberto de Andrade já vinha acompanhando o caso extraoficialmente, mas como a portaria do delegado geral da Polícia, Fábio Robério Silva, só foi publicada na edição do “Diário Oficial do Estado” desse sábado (29), ele afirmou que “ainda não tinha elementos” para solicitar a prisão preventiva de Abeane Luiz Vale.
“Vamos aguardar que o filho da vítima se apresente para dar explicações sobre o envolvimento do carro no crime”, disse o delegado, que, mesmo assim, afirmou que fará diligências para encontrá-lo caso não se apresente à Polícia.
Roberto Andrade informou à TRIBUNA DO NORTE, na manhã de ontem, que ainda não recebeu os autos do inquérito policial 036/2013, procedimento aberto na 3ª Delegacia de Polícia, do Alecrim, que atua na jurisdição onde ocorreu o homicídio. O levantamento inicial ficou a cargo do delegado Amaro Rinaldi, que vinha respondendo pela 3ª DP em função das férias do seu titular, o delegado Natanion de Freitas, que está retornando às atividades profissionais nesta segunda-feira (26).
Porém, Andrade já confirmou que acompanhou a perícia feita pelo Itep no Gol branco, supostamente utilizado pelo criminoso: “A perícia foi realizada no mesmo dia em que foi encontrado o carro”.
Caicoense de nascimento, o aposentado Abeane Vale de Medeiros chegou a ser eleito vereador em Passa e Fica, na região Agreste do Estado. A Justiça havia emitido mandado de prisão contra ele em 13 março deste ano pela morte da mulher Joana d’Arc Jorge Vale.