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Natal, 24 de Maio de 2012 | Atualizado às 23:17

Direção do Walfredo Gurgel renuncia

Publicação: 26 de Fevereiro de 2011 às 00:00
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Ricardo Araújo - repórter

Cinco dos seis cargos de chefia do maior hospital de emergências do Rio Grande do Norte, o Walfredo Gurgel, serão ocupados por novos gestores. Ontem, a médica e diretora-geral da unidade, Hélida Bezerra, anunciou a saída dela e mais quatro diretores: Cláudio Guzzo, direção técnica; Marleide Alves, direção médica; Fátima Pereira, direção do pronto-socorro Clóvis Sarinho e Graciliano Antão, diretor administrativo. Segundo Hélida Bezerra, a decisão foi tomada conjuntamente e reflete a falta de apoio do secretário estadual de Saúde, Domício Arruda, às questões que envolvem  o maior  complexo hospitalar estadual.

 
adriano abreuPacientes em macas nos corredores do Hospital Walfredo Gurgel são  uma das chagas da saúde pública do Rio Grande do NortePacientes em macas nos corredores do Hospital Walfredo Gurgel são uma das chagas da saúde pública do Rio Grande do Norte
Apesar do anúncio, a direção será mantida até a nomeação dos novos diretores e publicação das exonerações no Diário Oficial do Estado. Até a entrega oficial dos cargos, a direção do hospital terá de buscar mais de R$ 4 milhões em recursos junto à Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) para quitar as dívidas do ano de 2010, além de solicitar informações sobre a estimativa orçamentária para 2011. Até ontem, o hospital não havia recebido um centavo em repasses e os problemas de desabastecimento começaram a voltar à tona. O almoxarifado do complexo está desabastecido de seringas, gazes e esparadrapo. O problema atinge, também, o hospital Ruy Pereira, gerido pela Sesap.

 Para Hélida Bezerra, o principal motivou que culminou na renúncia dos diretores, foi a falta de abertura para diálogo do secretário Domício Arruda. "O que definiu nossa conduta foi a negativa do secretário em nos apoiar. Num primeiro momento, queríamos apoio nas decisões. O que ia além dos repasses de verbas. Ele não nos procurou para discutir questões básicas de saúde", analisou a médica. Para ela, Domício não depositou confiança no trabalho da equipe que ainda está à frente do Walfredo Gurgel.

 Questionada sobre os demais motivos que levaram cinco diretores de um mesmo hospital a renunciar os cargos, Hélida para, pensa e com os olhos lacrimejados responde: frustração. "Nós saímos da inércia e fizemos muito por este hospital. As dificuldades estão muito enraizadas e não mudamos esta realidade da noite para o dia. Fizemos o que estava ao nosso alcance", enfatiza.

desligamento

 Em nota, os diretores listaram os dois maiores obstáculos que se colocaram como fatores adversos ao processo de qualificação assistencial no Walfredo Gurgel. São eles:

A indefinição do perfil assistencial do Hospital, que dificulta o processo administrativo (aquisição de material médico hospitalar, insumos, medicamentos e dimensionamento de pessoal);

A inexistência de um Complexo de Regulação para o atendimento de urgência, organização e oferta de leitos, exames e consultas especializadas, implicando no entendimento confuso do princípio da "vaga zero" e impondo ao hospital de 268, por vezes, mais de 350 pacientes, dos quais 90 pacientes estão "internados" em macas no Pronto-Socorro e um número considerável de enfermos à espera de leitos de UTI.

Ministério aloca verba para hospitais federais

O Ministério da Saúde anunciou ontem repasse de R$ 4,6 milhões destinados à reestruturação e revitalização de quatro hospitais federais universitários no Rio Grande do Norte. A maior fatia vai para o Hospital Universitário Onofre Lopes, que receberá R$ 2,9 milhões. Para a Maternidade Januário Cicco serão destinados R$ 1,2 milhões; Hospital Universitário Ana Bezerra, em Santa Cruz, R$ 345,5 mil e Hospital de Pediatria Professor Heriberto Bezerra, em Natal, R$ 119 mil.

Para todo o Brasil, as liberações totalizam R$ 200 milhões. Com esta parcela, liberada por meio de portaria (nº 295) publicada no Diário Oficial da União de ontem, o governo federal totaliza um investimento de R$ 300 milhões para estes hospitais, cuja primeira parte do pacote de recursos foi enviada no segundo semestre do ano passado.

Os R$ 200 milhões serão repassados aos Estados, Municípios e ao Distrito Federal em três parcelas - de março até maio - por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS) e dentro do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf). Os valores serão  incorporados aos contratos de metas estabelecidos entre as secretarias estaduais e municipais de saúde com os respectivos gestores das unidades beneficiadas. 

Os hospitais universitários federais são unidades suplementares às universidades. O financiamento deles é compartilhado, paritariamente, entre as áreas de Saúde e da Educação, em um sistema de pactuação que ainda inclui o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Na assistência à saúde da população, os hospitais universitários são considerados unidades de referência em serviços de média e alta complexidades como também em consultas, exames e cirurgias em diferentes especialidades.

O Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) foi instituído em 27 de janeiro de 2010, por Decreto Presidencial. O Rehuf tem como objetivo criar condições materiais e institucionais para que os hospitais universitários possam desempenhar plenamente suas funções em relação às dimensões de ensino, pesquisa e extensão, além da assistência à saúde. Por meio do programa, o governo federal conta com mecanismos adequados para o financiamento progressivo (até 2012) dessas unidades hospitalares.

Secretário assume gestão de hospital

O secretário estadual da Saúde Pública, Domício Arruda, participou de uma reunião no final da tarde de ontem no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) com técnicos e chefes de setores. O secretário veio se inteirar sobre a situação do hospital após a renúncia da diretoria. Domício se reuniu com a diretora de enfermagem do Walfredo, Mara Andrea Arruda de Almeida, com a enfermeira, Cilane Vasconcelos, com o chefe da Divisão de Farmácia, Marcos Alexandre, e com o ainda diretor administrativo, Graciliano Sena.  O Samu Metropolitano também participou da discussão.

Durante a reunião, o secretário esclareceu que apenas emergencialmente ficará à frente da direção do hospital. "Se necessário, formarei, neste primeiro momento, um colegiado gestor até que o novo corpo diretivo seja definido".

A conversa girou em torno dos problemas do Walfredo e de como o secretário irá atuar estando à frente do hospital.  Uma das prioridades destacadas por ele será resolver o entrave das cirurgias eletivas de ortopedia, situação por vezes responsável pela superlotação dos corredores do Walfredo.

Oportunamente, o chefe da Divisão de Farmácia apresentou ao secretário um levantamento dos medicamentos e insumos básicos que estão sendo reabastecidos no hospital. Já a direção de enfermagem apresentou o número de pacientes atualmente internados (319).

Domício comentou ainda sobre uma conversa que teve com a governadora, Rosalba Ciarlini, e parafraseou a chefe do executivo estadual afirmando que "a saúde do Rio Grande do Norte precisa de gestão, financiamento e foco". Após a reunião, Arruda fez uma visita aos corredores.

Questionado se o fato de assumir a diretoria do Walfredo Gurgel não configuraria acúmulo de cargo, Domício afirmou que "não havia outra coisa a fazer, pois fomos pegos de surpresa e não tinha um nome para assumir. Fiz o que precisava ser feito". Dessa reunião, ficou definido que o Samu Metropolitano está de sobreaviso.

"Gostaria de ter para esse cargo alguém com experiência em administração hospitalar. Alguém especialista nisso. Mas se demorar a encontrar essa pessoa vou ter que nomear, interinamente, um servidor do hospital. Não tenho nomes ainda", afirmou.

 A reação do secretário de Saúde

Indiferença. Foi desta forma que Hélida Bezerra analisou a reação de Domício Arruda quando foi procurado pelo grupo para ser informado da decisão. Desde 2000 trabalhando como servidora do hospital e há quase cinco anos no quadro dos diretores, sendo os últimos dois anos como diretora-geral, Hélida afirma que esperava um comportamento diferente do secretário em relação aos problemas do Walfredo Gurgel.

 Hélida comenta que, diante do histórico profissional de Domício, que foi médico e diretor do hospital, o tratamento dispensado aos problemas de infraestrutura e abastecimento do hospital fosse diferenciado. "Eu imaginei que ele fosse defender nosso hospital, nosso ponto de vista. Nossa opinião não foi levada em consideração e nos sentimos subjugados", acrescentou. 

 Quando nomeado pela governadora Rosalba Ciarlini, o secretário chegou a convidar outras pessoas para assumir a direção do hospital, mas nenhuma delas aceitou. Com o sentimento de dever cumprido, Hélida, afirma que ela e os demais profissionais que entregaram os cargos fizeram o melhor possível pelos pacientes atendidos no hospital. Sobre o comportamento de Domício Arruda, ela resume seu sentimento em uma palavra: decepção.

 Através da assessoria de imprensa da Sesap, o secretário foi direto e poupou palavras em seu comentário sobre a decisão dos diretores: "Estou analisando nomes e em breve comunicarei quem são".

Unidade foi fundada há 38 anos

 Fundado há quase 38 anos, os investimentos em melhorias na infraestrutura física, maquinário e de recursos humanos, foram inversamente proporcionais ao crescimento da população de Natal e, consequentemente, o próprio Rio Grande do Norte. Com 268 leitos oficiais, o hospital costuma abrigar mais de 300 pacientes entre enfermarias e corredores.

 Os maiores gargalos do hospital são a falta de mais leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e uma regularização eficiente, com ampliação da oferta de intervenções cirúrgicas para os pacientes da ortopedia. Neste último caso, existem acidentados que aguardam até 30 dias, ou mais, para a liberação de uma cirurgia eletiva em hospitais conveniados ao Sistema Único de Saúde.

Através de uma pactuação com as prefeituras de quase todos os municípios que compõem o Rio Grande do Norte, a Prefeitura de Natal, através da Secretaria Municipal de Saúde, se comprometeu a regular as cirurgias ortopédicas, além de realizar o pagamento dos hospitais conveniados recebendo, inclusive, as verbas da Secretaria Estadual de Saúde destinadas ao convênio.

 Atualmente, diante do aumento do índice de acidentes automobilísticos, causados principalmente por motocicletas, o número de leitos destinados aos pacientes de ortopedia é insuficiente. Em relação às UTIs, a situação é pior, o que ficou comprovado com a morte do menino Matheus Brito, semana passada.

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comentários

cyrocesar@...26/02/2011 @ 17h38
O Walfredo e um hospital estadual ne... Pois e, mal faz 1 mes que Rosalba assumio, como eles alegam falta de apoio?? Sinto algo Conspiratório... sera q "Micarla" tem haver com isso por debaixo dos panos??
abcnauta@...26/02/2011 @ 17h33
GOVERNADORA JÁ SE VÃO 57 DIAS DE GOVERNO. A SUA EQUIPE DE SÁUDE PRECISA MOSTRA TRABALHO CONCRETO. PARA ISSO O POVO VOTOU NA SENHORA. QUE AS SUAS EQUIPES DE TRABALHO NÃO DEIXEM PARA COMEÇAR A TRABALHAR APOS A SEMANA SANTA, JÁ QUE O CARNAVAL COMEÇA A SEMANA QUE VEM. VAMOS AO TRABALHO NOSSA GOVERNADORA. SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA, TRABALHO, TRABALHO, TRABALHO.
abcnauta@...26/02/2011 @ 17h18
Só Eles não Veem o Caos: ?Embora a Constituição Federal reze, em seu artigo 196, que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, pode o cidadão berrar, a plenos pulmões, que tem direito à saúde que, certamente, ninguém o escutará. Curiosamente, durante a campanha eleitoral, todos os candidatos prometem mudar o quadro de penúria no qual está imerso o sistema público de saúde. Para eles, no entanto, a receita é muito simples: construir novos hospitais, comprar equipamentos modernos e pagar salários decentes aos profissionais do setor?. Jornal online Rondonotícias - edição de 04 de Outubro de 2010 - Valdemir Caldas. Apesar de a Constituição Federal determinar que a saúde é um direito de todos e dever do Estado, isso não garante, por si só, que, na prática, acontecerá. Aprendi que a participação do povo no gerenciamento e na efetivação do SUS é muito importante. É tão importante que ganhou uma Lei específica, a 8.142/90, que instituiu duas formas legais de participação (os conselhos e as conferências de saúde). O SUS não vai se efetivar na prática mediante vontade política, pois os interesses dessa classe contrariam a idéia de investimento, aprimoramento e crescimento dos direitos dos cidadãos. Por isso, vale sempre a pena lembrar que a participação popular no SUS é fundamental e imprescindível. Só reclamar, esbravejar, não adianta, é necessário fiscalizar, participar e cobrar das autoridades que a lei seja cumprida. GOVERNADORA ROSALBA LEMBRESSE DOS SEUS COMPROMISSOS DE CAMPANHA. O POVO DEVE DAR TODO APOIO A DIRETORES DEMISSIONÁRIOS, AFINAL TENTARAM FAZER O MELHOR COM O POUCO QUE TINHAM. MEU POVO VAMOS A LUTA PELO NOSSO DIREITOS DE CIDADÃOS.
jorge10@...26/02/2011 @ 16h10
esta e a visao que nossa elite tem do povo. gastos com os seus amigos e aliados,e para o povo que depende do sus nada so sofrimento.
aldosoares77@...26/02/2011 @ 15h28
Gostaria de saber como vai ser o carnaval sem o SAMU no SERIDO, ele ñ está preocupado com a falta de estrutura nos hospitais regionais, nem com as ocorrências nas rodovias e cidades do interior. vai olhar só para walfredo e clóvis, saiba que ñ vai tampar o buraco. Bom carnaval seu Secretário...
nmmessias@...27/02/2011 @ 20h29
Sr. Domicio Arruda, tem a única e exclusiva função, apronfundar o processo de privatização do serviço público, programa da cartilha do DEM. Ótimo, para ele, que mata dois coelhos com um tiro.Com piora dos serviços de saúde, melhor para a UNIMED, hoje, um SUS melhorado, vivendo de fama. Se o Walfredo Gurgel, tivesse o mínimo de organização tirava os clientes da UNIMED. E, isto o Sr. Domicio Arruda não quer.
glauberh@...26/02/2011 @ 11h08
isso é uma vergonha!!!!! como é que um secretário não tem nem 3 meses e ja começa desse jeito. eu acho é bom, pro povo saber votar. estamos pagando agora, sem nomeações, sem concurso, saúde um caos total, segurança pior, educação nem se fala. parabens D rosa
thiagodeclaudiceia@...26/02/2011 @ 11h24
É, meus amigos, quando se estar do outro lado, só atirando pedras... é fácil demais! Agora, vamos lá, RC, ponha em prática todo aquele seu palavreado cheio de mentiras e demagogias, e faça alguma coisa, antes que a desgraça seja maior...
juniordiguerreiro@...27/02/2011 @ 10h32
Atenção FELA e Marcos, a sua governadora do DEMO já começou bem, não venham me dizer que a culpa é dos PeTralhas, pois a ingerência desse novo secretário é que tá afundando cada vez mais a saúde no estado e quem escolheu foi dona ROSA. Agora eu pergunto: Será que nessa altura do campeonato, não entrou nenhuma verbinha nos cofres palacianos do pais de Mossoró ravengariano. Acordem meu povo! e aprendam de uma vez por toda a votar. Dois votos seguidos no mesmo grupo de palanque, num intervalo de 2 anos (Micarla, Rosalba) é muita falta de conhecimento de vocês eleitores, assim num dá!!!
anadunas@...26/02/2011 @ 08h40
MEU DEUS O QUE SERÁ DA POPULAÇÃO? O QUE ESTA GOVERNADORA, SENHORA ROSALBA CIARLINI ESTÁ FAZENDO COM O POVO QUE VOTOU NELA? FALTA TUDO SEGURANÇA, EDUCAÇÃO E SAÚDE QUE É PRIORITÁRIA. É INADIMISSIVEL QUE A POPULAÇÃO FIQUE PASSIVO DIANTE DESTA OMISSÃO... ESTE GOVERNO COMEÇOU MAL, ATÉ AGORA, É SÓ VIAJENS, REUNIÕES E MUITO BLÁ... BLÁ... BLÁ... SENHORA GOVERNADORA FAÇA JUS A CONFIANÇA QUE O POVO NATALENSE DEPOSITOU NA SENHORA. PORQUE QUATRO ANOS PASSAM RÁPIDO E LEMBRAREMOS DISSO; FAREMOS IGUAL AOS CANDIDATOS QUE NADA FIZERAM POR NOSSO ESTADO E AGORA NÃO VOTAMOS NEM PARA ELE SER SÍNDICO DE PRÉDIO. LEMBRE-SE DISSO.
steniofernandes01@...26/02/2011 @ 07h40
Esse é o retrato da saúde, tanto Estadual como Municipal. Vejam só: se a atual Governadora, disse que encontrou o Estado falido, porque não implantou ações de impacto(emergenciais) nas áreas mais carentes, como a Saúde, Segurança???? Sim, mais não existiu antes, uma transiçao??? Sei que Governar, administrar e ser representante público não é fácil, mas.... tem que chegar mostrando para o que veio, com determinação, agilidades nas decisões e planos de impacto. Se os senhores Prefeitos, Governantes, Presidentes, dirigissem suas cidades, seus estados, o País como entidades privadas, a coisa seria diferente. Mas.......
paulotrigueiro@...26/02/2011 @ 08h30
Já perdi a conta dos números de anos que as informações relacionadas ao Hospital Clovis Sarinho, que deveria ser referência para o bem da população natalense e do RN, passa por dificuldades. Resumo da ópera: incompetência dos gestores. Consequência imediata: nem os atuais dirigentes querem continuar no comando. Palavara chave: descompromisso com a saúde pública. Solução: povo nas ruas exigindo ações ou será que as redes sociais derruba essa incompetência governamental?
ricardosouza@...26/02/2011 @ 21h04
Acho que estamos chegando ao final da lua de mel da Rosa.Com essa equipe da saude coordenada por Domicio simpatia a rosa gove vai comecar a receber as criticas da sociedade.ACabou a imunidade ja estaem tempo de mostrar trabalho e resultados principalmente para as demandas mais imediatas.
cidespe@...26/02/2011 @ 02h04
Votem nas mesmas pessoas de sempre que essa situação do Walfredo Gurgel vai sempre continuar assim. Não adianta culpar o governo. Outro dia escutei uma pessoa dizendo: "Ah isso não muda nunca!". Claro que não vai mudar. Você coloca as mesmas pessoas todo vez no governo. Como vai mudar????
gilson.medeiros@...26/02/2011 @ 12h26
onde está o RN "suiço" que mostravam na campanha eleitoreira?????????????
franklindantas@...28/02/2011 @ 22h18
Tenho acompanhado o Sr. Médico Domício, muito destacado nos órgãos da classe médica, mas que tem uma dificuldade muito grande de atuar pelo povo, e infelizmente, para ele, atuar no governo de um estado é atuar em benefício do povo e não em benefício próprio.
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