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Natal, 12 de Fevereiro de 2012 | Atualizado às 01:56

Diretor da Polícia Federal colabora com CPI da Violência Urbana

Publicação: 14 de Setembro de 2009 às 18:34
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que trata da Violência Urbana tem como convidado para amanhã (15) o Diretor Geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa. Em sua exposição, que acontece a partir das 14h no plenário cinco da Câmara dos Deputados, será apresentado um panorama das ações que estão sendo executadas na área de segurança no país.

DivulgaçãoPresidente, Alexandre Siveira, e relator, Paulo Pimenta, conversam com diretor Geral da PF, Luiz Fernado CorrêaPresidente, Alexandre Siveira, e relator, Paulo Pimenta, conversam com diretor Geral da PF, Luiz Fernado Corrêa
O presidente, Alexandre Silveira (PPS-MG), e o relator da Comissão, Paulo Pimenta (PT-RS), ressaltam a importância da parceria que está sendo estabelecida com a Polícia Federal para o desenvolvimento dos trabalhos da CPI. Corrêa destaca como positiva a proposta da Comissão em buscar a apresentação de um modelo de política de segurança pública para o Brasil, defendendo a execução de iniciativas em conjunto com o Poder Legislativo, como a melhor forma de viabilizar o combate ao crime organizado.

Segundo Corrêa, a explosão do crack é o problema que deve ser combatido com máxima prioridade. O diretor da PF ainda salienta que a venda da droga apresentou um crescimento, a partir do momento em que o Estado conseguiu reprimir o avanço do mercado da cocaína. A atitude forçou os traficantes a adotarem uma alternativa para o desenvolvimento de suas ações.

A CPI da Violência Urbana foi instalada em agosto e é uma das principais comissões da Câmara dos Deputados nesse segundo semestre de 2009. A CPI é baseada na abordagem da "epidemia do Crack", que tem no consumo da droga ligação direta com o crescimento da violência, e na proposta de melhores condições de trabalho aos profissionais de segurança pública e agentes penitenciários. O objetivo da Comissão é apresentar um modelo de política de segurança pública para Brasil, criando um sistema de financiamento, com a finalidade de estipular uma base de orçamento para investimentos na área.


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