A justificativa de Bernie Ecclestone de não levar a Fórmula 1 à Áustria em 2013 por conta da falta de hotéis no entorno do circuito de Spielberg não convenceu Dietrich Mateschitz, dono da Red Bull. O bilionário acredita que seu país tenha condições de receber a categoria e confia em seu retorno ao calendário.
A volta da Áustria à F-1 foi cogitada nas últimas semanas de 2012 e primeiras de 2013 para ocupar um buraco no calendário após Valência desistir de receber o Grande Prêmio da Europa. Apesar do apoio da Red Bull, Ecclestone afirmou que a rede hoteleira na região do autódromo de Spielberg não era suficiente para atender à demanda da categoria.
“Há muito a favor de um Grande Prêmio em Spielberg. Muitas condições e fatores poderiam justificar isso. Mas se isso acontecerá novamente já é algo do campo da especulação e isso é algo que essa companhia não faz”, disse Mateschitz à revista alemã Speed Week.
Apesar de não se aprofundar no assunto, o bilionário defende que a Áustria não entre no calendário da Fórmula 1 apenas como uma prova emergencial. Caso consiga o acordo, o dono da empresa de bebidas energéticas almeja ver a corrida em Spielberg por “pelo menos de três a cinco anos”.
Gazeta Esportiva
A volta da Áustria à F-1 foi cogitada nas últimas semanas de 2012 e primeiras de 2013 para ocupar um buraco no calendário após Valência desistir de receber o Grande Prêmio da Europa. Apesar do apoio da Red Bull, Ecclestone afirmou que a rede hoteleira na região do autódromo de Spielberg não era suficiente para atender à demanda da categoria.
“Há muito a favor de um Grande Prêmio em Spielberg. Muitas condições e fatores poderiam justificar isso. Mas se isso acontecerá novamente já é algo do campo da especulação e isso é algo que essa companhia não faz”, disse Mateschitz à revista alemã Speed Week.
Apesar de não se aprofundar no assunto, o bilionário defende que a Áustria não entre no calendário da Fórmula 1 apenas como uma prova emergencial. Caso consiga o acordo, o dono da empresa de bebidas energéticas almeja ver a corrida em Spielberg por “pelo menos de três a cinco anos”.
Gazeta Esportiva