Uns buscando a salvação do seu time, outros tentando uma boa colocação e, os que estão lá em cima, aqueles que tentam se aproximar o máximo possível da primeira colocação do turno. Esse o quadro da penúltima rodada do Estadual 2013 no turno inicial a ser sere disputada hoje em rodada cheia. Mas, é no clássico deste domingo no “Nogueirão” que há um segundo objetivo, e o principal interessado é o goleiro Roberto, do Potiguar/M. O goleiro do “Príncipe” está invicto desde o dia 27 de janeiro, quando o seu time derrotou o Palmeira, por 1x0. Vale acrescentar que o último gol sofrido por Roberto não foi, rigorosamente, aos 45 minutos do segundo tempo. Entrando em contato com a federação, basta localizar a súmula da partida Corinthians 2x0 Potiguar, jogo válido pela 4ª rodada, dia 23 de janeiro. Com a informação, com certeza o total de 540 minutos (seis jogos) será ampliado, dependendo do minuto em que foi assinalado o segundo gol contra sua equipe. Nos arquivos da TN, não foi possível encontrar a hora exata desse gol.
Jussier no debate
Considerado um dos mais combativos presidentes que passaram pelo América FC, ocupando a presidência do clube durante 10 anos em mandatos alternados, o prof. Jussier Santos retorna ao micro da rádio Globo neste domingo, às 7h e 15horas.
Jussier (2)
Jussier Santos vai dar sua opinião abalizada sobre os mais recentes acontecimentos envolvendo seu clube do coração, e também externar sua opção sobre os temas “em qual estádio o América/RN deve jogar o restante do Estadual e a série “B”, e a proposta da OAS pode ser considerada justa para o clube?
O placar do ABC
Entrevistado pela rádio Globo, o presidente do ABC, Rubens Guilherme deu a boa notícia de que brevemente o “Frasqueirão” terá instalado um placar eletrônico medindo 34m2. Através desse placar, o clube poderá divulgar anúncios comerciais de várias empresas, através de contratos ou anúncios esporádicos.
O que mudou, o que ficou
Quando dei os primeiros passos para concretizar um velho sonho de escrever um livro sobre o futebol do RN, a minha maior preocupação foi mostrar como havia sido praticado, na época, o chamado futebol bretão (assim denominado por ser originário da Grã Bretanha), e sua lenta evolução principalmente nesta capital. Para coletar dados para os primeiros capítulos, constatei que seria uma missão muito cansativa. Ninguém, nem órgão algum possuía meios que permitissem historiar os primeiros anos do futebol em Natal, senão o Instituto Histórico e Geográfico do RN, com suas bem encadernadas coleções dos jornais “A República” a partir de 1899, o “Diário” a partir de 1939, e ainda poucos exemplares de “A Imprensa”, “Jornal de Natal”, “Tribuna na do Norte” - que começou a circular a partir de 1954, todos esses jornais produzidos quase num processo artesanal, as palavras formadas letra por letra, a impressão, folha por folha, tiragem de mil exemplares para todo estado. Sobre fotos, dava pena o esforço dos velhos tipógrafos, pelo menos na tentativa visando a facilitar a identificação pelo leitor.
O que mudou (2)
Escrever sobre a história da imprensa no RN, principalmente na capital, foi quase uma epopéia, com vitórias que vieram lentamente, pacientemente, sem que ninguém quase pudesse dar um passo à frente. O progresso só chegaria por aqui quando os melhores órgãos do Rio e São Paulo já estivessem muito mais avançados. Pelo menos, para o Diário de Natal e a TRIBUNA DO NORTE, foi assim. Não foi sem dificuldade que este repórter conseguiu realizar seu objetivo de lançar um livro sobre o futebol potiguar. O título, foi uma sugestão do saudoso Francisco Neves de Macedo, infelizmente partindo, de nosso convívio.
O que mudou (3)
O título “Da Bola de Pito ao Apito Final” foi explicado por Macedo considerando que tudo começou com uma bola de pito, evoluindo ano após ano, até chegar às flexíveis bolas de hoje, bem mais leves, bonitas, até graciosas, tais as nuances que são acrescentadas pelas fábricas do mundo inteiro. Segundo Macedo, “Da Bola de Pito ao Apito Final” seria não só o término do jogo, como o título da minha coluna na TN há vários anos. Depois, foi ser beneficiado pela Lei Câmara Cascudo e receber o patrocínio de uma empresa do porte da Petrobras, o que muito me honrou.
Enfim, o livro
Em 2006, houve o lançamento do título (livro) “Da Bola de Pito ao Apito Final”, prefácio do prof. Ernani Rosado, orelhas de outro professor, Normando Bezerra e da minha filha, também jornalista, Cinthya Lopes Cardoso. Um livro de quase 500 páginas, farta ilustração, com tudo sobre o futebol do RN, desde os primeiros passos com os rachas nos descampados de Natal,até a chegada do estádio “Juvenal Lamartine”, inaugurado em 1928 pelo interventor Juvenal Lamartine. Passando pelas fundações do ABC, América e Alecrim, meses depois vieram o Centro Esportivo Natalense, Sport, Paysandu, Santa Cruz, e outros que foram se chegando.
Árbitro do RN na CN
A arbitragem potiguar tem se saído muito bem nos jogos da Copa do Nordeste. Para hoje, a Conaf indicou (por sorteio) Pablo Ramon, considerado revelação da atual safra de árbitros novos, vai ser responsável pelo jogo ASA x Ceará, em Arapiraca, com assistentes também do RN, Ubiratan Bruto e Isac Márcio. O clássico Potiguar x Baraúnas, neste domingo, terá a presença de Flávio Roberto, que vai apitar o 3º Potiguar x Baraúnas, de sua carreira. O público esperado hoje no Nogueirão gira em torno de 5.000 pagantes, apesar do estádio da Liga só dispor de 4.400 lugares.
Jussier no debate
Considerado um dos mais combativos presidentes que passaram pelo América FC, ocupando a presidência do clube durante 10 anos em mandatos alternados, o prof. Jussier Santos retorna ao micro da rádio Globo neste domingo, às 7h e 15horas.
Jussier (2)
Jussier Santos vai dar sua opinião abalizada sobre os mais recentes acontecimentos envolvendo seu clube do coração, e também externar sua opção sobre os temas “em qual estádio o América/RN deve jogar o restante do Estadual e a série “B”, e a proposta da OAS pode ser considerada justa para o clube?
O placar do ABC
Entrevistado pela rádio Globo, o presidente do ABC, Rubens Guilherme deu a boa notícia de que brevemente o “Frasqueirão” terá instalado um placar eletrônico medindo 34m2. Através desse placar, o clube poderá divulgar anúncios comerciais de várias empresas, através de contratos ou anúncios esporádicos.
O que mudou, o que ficou
Quando dei os primeiros passos para concretizar um velho sonho de escrever um livro sobre o futebol do RN, a minha maior preocupação foi mostrar como havia sido praticado, na época, o chamado futebol bretão (assim denominado por ser originário da Grã Bretanha), e sua lenta evolução principalmente nesta capital. Para coletar dados para os primeiros capítulos, constatei que seria uma missão muito cansativa. Ninguém, nem órgão algum possuía meios que permitissem historiar os primeiros anos do futebol em Natal, senão o Instituto Histórico e Geográfico do RN, com suas bem encadernadas coleções dos jornais “A República” a partir de 1899, o “Diário” a partir de 1939, e ainda poucos exemplares de “A Imprensa”, “Jornal de Natal”, “Tribuna na do Norte” - que começou a circular a partir de 1954, todos esses jornais produzidos quase num processo artesanal, as palavras formadas letra por letra, a impressão, folha por folha, tiragem de mil exemplares para todo estado. Sobre fotos, dava pena o esforço dos velhos tipógrafos, pelo menos na tentativa visando a facilitar a identificação pelo leitor.
O que mudou (2)
Escrever sobre a história da imprensa no RN, principalmente na capital, foi quase uma epopéia, com vitórias que vieram lentamente, pacientemente, sem que ninguém quase pudesse dar um passo à frente. O progresso só chegaria por aqui quando os melhores órgãos do Rio e São Paulo já estivessem muito mais avançados. Pelo menos, para o Diário de Natal e a TRIBUNA DO NORTE, foi assim. Não foi sem dificuldade que este repórter conseguiu realizar seu objetivo de lançar um livro sobre o futebol potiguar. O título, foi uma sugestão do saudoso Francisco Neves de Macedo, infelizmente partindo, de nosso convívio.
O que mudou (3)
O título “Da Bola de Pito ao Apito Final” foi explicado por Macedo considerando que tudo começou com uma bola de pito, evoluindo ano após ano, até chegar às flexíveis bolas de hoje, bem mais leves, bonitas, até graciosas, tais as nuances que são acrescentadas pelas fábricas do mundo inteiro. Segundo Macedo, “Da Bola de Pito ao Apito Final” seria não só o término do jogo, como o título da minha coluna na TN há vários anos. Depois, foi ser beneficiado pela Lei Câmara Cascudo e receber o patrocínio de uma empresa do porte da Petrobras, o que muito me honrou.
Enfim, o livro
Em 2006, houve o lançamento do título (livro) “Da Bola de Pito ao Apito Final”, prefácio do prof. Ernani Rosado, orelhas de outro professor, Normando Bezerra e da minha filha, também jornalista, Cinthya Lopes Cardoso. Um livro de quase 500 páginas, farta ilustração, com tudo sobre o futebol do RN, desde os primeiros passos com os rachas nos descampados de Natal,até a chegada do estádio “Juvenal Lamartine”, inaugurado em 1928 pelo interventor Juvenal Lamartine. Passando pelas fundações do ABC, América e Alecrim, meses depois vieram o Centro Esportivo Natalense, Sport, Paysandu, Santa Cruz, e outros que foram se chegando.
Árbitro do RN na CN
A arbitragem potiguar tem se saído muito bem nos jogos da Copa do Nordeste. Para hoje, a Conaf indicou (por sorteio) Pablo Ramon, considerado revelação da atual safra de árbitros novos, vai ser responsável pelo jogo ASA x Ceará, em Arapiraca, com assistentes também do RN, Ubiratan Bruto e Isac Márcio. O clássico Potiguar x Baraúnas, neste domingo, terá a presença de Flávio Roberto, que vai apitar o 3º Potiguar x Baraúnas, de sua carreira. O público esperado hoje no Nogueirão gira em torno de 5.000 pagantes, apesar do estádio da Liga só dispor de 4.400 lugares.