A embaixadora argentina em Londres, Alicia Castro, afirmou que o referendo realizado nas Ilhas Malvinas não encerrará a disputa entre Argentina e Reino Unido pela posse das ilhas. Em declarações à rádio de Buenos Aires nesse domingo (10) ela disse que a consulta "tem um resultado previsível".
Ela destaca que "apenas cidadãos britânicos participam e é organizado por britânicos", alegando que o objetivo final do referendo é manter a posse das ilhas com os britânicos.
Um total de 1.650 malvinenses foram considerados habilitados para responder à consulta hoje (11) e amanhã. Nela, eles devem dizer se querem manter se manter como território ultramar do Reino Unido ou se preferem que as Malvinas passem a ser governadas pelo governo argentino.
O governo da Argentina reivindica que Londres abra as negociações sobre a soberania das ilhas, ocupadas pelo país europeu desde 1833, e aponta que o referendo não tem validade legal para o direito internacional.
Alicia Castro foi persistente em afirmar que a pesquisa não "põe fim à disputa por soberania" e alegou que o Reino Unido tem a "obrigação de entender que é o direito internacional que rege a relação entre os Estados".
Castro disse ainda que "não é a vontade caprichosa de uma pequena comunidade que pode impedir uma disputa territorial".
O conflito armado entre os dois países pelas Ilhas Malvinas teve início em abril de 1982, quando a Argentina decidiu ocupar o território. A rendição do país sul-americano ocorreu em junho do mesmo ano, após 649 argentinos mortos e 255 britânicos.
Ela destaca que "apenas cidadãos britânicos participam e é organizado por britânicos", alegando que o objetivo final do referendo é manter a posse das ilhas com os britânicos.
Um total de 1.650 malvinenses foram considerados habilitados para responder à consulta hoje (11) e amanhã. Nela, eles devem dizer se querem manter se manter como território ultramar do Reino Unido ou se preferem que as Malvinas passem a ser governadas pelo governo argentino.
O governo da Argentina reivindica que Londres abra as negociações sobre a soberania das ilhas, ocupadas pelo país europeu desde 1833, e aponta que o referendo não tem validade legal para o direito internacional.
Alicia Castro foi persistente em afirmar que a pesquisa não "põe fim à disputa por soberania" e alegou que o Reino Unido tem a "obrigação de entender que é o direito internacional que rege a relação entre os Estados".
Castro disse ainda que "não é a vontade caprichosa de uma pequena comunidade que pode impedir uma disputa territorial".
O conflito armado entre os dois países pelas Ilhas Malvinas teve início em abril de 1982, quando a Argentina decidiu ocupar o território. A rendição do país sul-americano ocorreu em junho do mesmo ano, após 649 argentinos mortos e 255 britânicos.