Agora você já pode ler a tribuna em versão FLIP
Ir para página inicial
  • Natal - 25°Natal - 25°

Política

Natal, 12 de Fevereiro de 2012 | Atualizado às 01:56

Ex-prefeito de Sítio Novo terá que devolver mais de R$ 2 milhões

Publicação: 20 de Novembro de 2009 às 06:52
tamanho do texto A+ A-

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-prefeito de Sítio Novo, Francisco Hudson Xavier Cunha, e a empresa Juacema Construções Ltda., a devolverem R$ 2.534.378,81 aos cofres do Tesouro Nacional.

Relatório do TCU aponta que a destinação dos recursos públicos federais repassados ao município, para a implantação da Adutora Serra da Tapuia, não cumpriu o plano de trabalho definido no convênio assinado com o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas do Ministério da Integração Nacional.

Além da contratação, por dispensa de licitação, de empresa "laranja", o ex-prefeito utilizou tubos de durabilidade e resistência à pressão inúmeras vezes inferior ― PVC no lugar de ferro dúctil ― e em menor quantidade e, ainda, realizou pagamento de itens não localizados na obra.

Cunha e a empresa terão que pagar, cada um, multa de R$ 50 mil aos cofres do Tesouro Nacional. O TCU autorizou a cobrança judicial da dívida e remeteu cópia do posicionamento à Procuradoria da República no Estado do Rio Grande do Norte, para as devidas providências. Cabe recurso da decisão. O ministro Augusto Nardes foi o relator do processo.

Com informações do TCU

Publicidade
  • 600 caracteres
  • separar os emails por vírgulas
  • 600 caracteres
  • Encontrou algum erro nesta matéria? Envie pra nós.

  • 400 caracteres

comentários

rsbarbosa40@...20/11/2009 @ 07h59
Políticos corruptos. são os piores bandidos. É como você colocar uma raposa dentro do galinheiro. Que esses envolvidos sejam trancafiados em prisão de segurança máxima, devolvido o que ROUBARAM DO POVO e proibidos de participarem de eleição até para síndico de prédio, pois já demonstraram a índole que possuem.
won@...20/11/2009 @ 09h44
Excelente trabalho do TCU ao condenar o ex-prefeito por uma fraude detectada pela Controladoria-Geral da União (CGU) em trabalho de fiscalização realizado três anos atrás.
Tribuna do Norte