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FIFA usará Interpol para escoltar seleções na África

Publicação: 09 de Março de 2010 às 00:00

O presidente Joseph Blatter garantiu não temer pela segurança das delegações das 32 seleções participantes da Copa do Mundo da África do Sul e confiar plenamente na preparação do país para receber o evento. Nesta segunda, ficou explicado o motivo de tamanha certeza do suíço.

Depois de fechar um acordo com a Interpol (International Criminal Police Organization), a entidade máxima do futebol mundial revelou que há um plano de ação traçado para garantir segurança total às delegações, dentro do qual está prevista escolta armada às 32 seleções participantes, dos aeroportos aos hotéis e dos hotéis aos estádios ou centros de treinamento. "Teremos tolerância zero com o crime", avisou Bheki Cele, representante da polícia nacional da África do Sul, após reunião realizada com representantes da Fifa e de 29 das 32 nações participantes da Copa, neste final de semana, em Zurique.

O custo total das ações de segurança ficará em R$ 313 milhões e incluirá a presença de 44 mil homens da polícia militar sul-africana, o que significa cerca de 30% do efetivo total policial do país.

Além da escolta armada às delegações, também está dentro da ação policial aconselhar os turistas a consumirem bebidas alcoólicas somente em bares ou em fan fests (ponto de encontro de torcedores), já que beber na rua é considerado crime pelas leis da África do Sul.

Seleção brasileira

Em meio à grande expectativa pela convocação final de Dunga para a Copa do Mundo de 2010, o irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho deu sua opinião a respeito da presença ou não do meio-campista na África do Sul. Segundo Assis, o jogador está motivado e aguardando uma nova chance de servir a seleção.

"Estou acompanhando o trabalho do Ronaldo em campo. Ele está aguardando uma convocação e pronto para servir sua pátria. Todo atleta deste nível está sempre com a cabeça voltada para a sua seleção. Ele já declarou inúmeras vezes esse desejo" disse Assis, em entrevista ao Sportv, na noite deste domingo.

A se basear pelas mais recentes declarações de Dunga, no entanto, o meia do Milan parece distante de retornar à seleção - a última partida de Ronaldinho pela equipe verde-amarela foi em 1º de abril do ano passado, na vitória por 3 a 0 sobre o Peru, em jogo válido pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Para Assis, porém, o momento de seu irmão na Itália mantém a esperança pela convocação.

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