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Coluna do Consumidor

Natal, 24 de Maio de 2012 | Atualizado às 23:17

Filas dos convênios de saúde

Publicação: 10 de Março de 2010 às 00:00
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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estuda impor tempo limite para o atendimento prestado pelas empresas de planos de saúde e seguro saúde. A medida visa enfrentar as reclamações sobre a demora no agendamento de consultas e até cirurgias, de acordo com o tipo de procedimento. Hoje, ao agendar uma consulta, a espera pode atingir até três meses.

Segundo o diretor-presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos, um dos motivos da demora é a diminuição da quantidade de médicos e hospitais credenciados pelas operadoras - que tem o objetivo de reduzir custos. Além disso, a baixa remuneração desses profissionais faz com que eles deem preferência a clientes particulares.

Para Arlindo de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo, a demora hoje chega no máximo a 15 dias, para procedimentos ou especialidades mais complexas. Mesmo assim, o representante das operadoras defende a medida, "desde que seja estabelecido um prazo médio para atendimento, de acordo com o procedimento, e após discussão com as operadoras".

Ele acredita que o aumento de procedimentos médicos obrigatórios impostos às empresas pela ANS faz com que operadoras diminuam a rede credenciada. "São 80 procedimentos a mais. É preciso cortar de algum lugar", explica.

A lista de novos procedimentos, que inclui diagnósticos para detectar câncer, entra em vigor em junho. A ANS acredita que o impacto no reajuste de preço dos planos individuais não irá passar de 1,1%. Nos planos coletivos, a Federação Nacional de Saúde Suplementar espera aumento médio de 25%.

(Fonte: Jornal da Tarde)

Endividamento na compra do carro

A fim de aproveitar o último mês de vigência da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os automóveis de modelos flex, muitos consumidores devem correr às concessionárias agora em março. A expectativa da indústria automobilista é boa depois de um fevereiro com recorde de vendas no país, que superou em 10,8% os números do mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Quem pretende aproveitar a onda e comprar um carro novo deve tomar alguns cuidados para evitar ficar endividado, principalmente se for apelar ao financiamento para adquirir o bem.

A primeira recomendação é planejar a aquisição. O ideal é sempre poupar e, no futuro, comprar o carro à vista. No entanto, nem sempre é possível esperar a poupança engordar e a maior parte dos consumidores precisa parcelar a compra. Nesse caso, é importante pesquisar a melhor opção para o seu orçamento entre o Crédito Direto ao Consumidor, leasing e consórcio - as três modalidades mais comuns oferecidas ao cliente. Além disso, avaliar diferentes bancos e financeiras antes de fechar negócio é fundamental, pois as condições oferecidas costumam variar bastante.

Outra dica importante é pelo menos, dar um montante maior de entrada, a fim de diminuir o prazo de pagamento. "O consumidor deve evitar financiamentos longos, com mais de 24 parcelas, pois além da disciplina exigida nessas situações, uma operação de crédito longa implica necessariamente em taxas de juros mais altas", destaca Renata Farias, advogada do Idec.

(Fonte: www.portaldoconsumidor.gov.br)

Pane na Anatel impede queixas

Uma pane no sistema da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) está impedindo os consumidores de fazer reclamações. Como o papel do órgão é regular o mercado, sem poder registrar queixas, os clientes perdem o principal agente de defesa dos direitos. A Anatel reconhece o problema e afirma que trabalha para normalizar o atendimento, mas não deu prazo. A agência reguladora informou ainda que os usuários podem fazer reclamações pela Internet, mas não garantiu o funcionamento do site, pois o sistema é o mesmo do telefone. O endereço é www.anatel.gov.br.

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