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Política

Natal, 10 de Fevereiro de 2012 | Atualizado às 12:32

Garibaldi afirma que deve apoiar Dilma Rousseff

Publicação: 28 de Novembro de 2009 às 00:00
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O senador Garibaldi Filho (PMDB) anunciou que deve apoiar a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), à presidência da República,  apesar de ter a preferência pela senadora Rosalba Ciarlini, do DEM, na disputa pelo governo do Estado. Garibaldi afirmou ontem que, se não houver nenhum alteração no quadro político nacional, vai acompanhar  a opção feita pelos peemedebistas, que integram a base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e firmaram um pré-acordo com os petistas para o lançamento da candidatura de Dilma Rousseff à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Elisa ElsieGaribaldi destaca tendência dos peemedebistas da base aliadaGaribaldi destaca tendência dos peemedebistas da base aliada
"O PMDB deve apoiar a candidatura de Dilma Rousseff. E eu vou apoiar Dilma. Bastam as divergências locais existentes no    PMDB", disse Garibaldi Filho, ontem numa entrevista à TV Ponta Negra.

O compromisso prévio entre a direção nacional do PT e do PMDB foi firmado em outubro. Os lideres e dirigentes nacionais dos dois partidos acertaram que o PT ficará com a cabeça da chapa, provavelmente com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o PMDB, com a vice. Os dois partidos preferiram falar em pré-acordo, que só será sacramentado após as convenções partidárias, a serem realizadas ao longo do ano que vem.

Mesmo com esse compromisso do PMDB, senador Garibaldi Filho ainda não tinha dado uma declaração clara de apoio a Dilma. Ao contrário, no dia 13 de outubro, numa audiência como o presidente Lula, o senador avisou ter uma preferência pela candidatura da senadora Rosalba Ciarlini ao governo do Estado. Rosalba é do DEM, um partido de oposição ao presidente Lula. Agora Garibaldi explica que isso não tem implicação no apoio a Dilma.

Ao reafirmar a preferência pelo nome de Rosalba ao governo e de anunciar que tende a seguir a orientação partidária para apoiar a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência, o senador alertou que, por enquanto, não existe um posicionamento irremovível em relação às eleições do próximo ano. "Não bati o martelo, até porque ninguém bateu".


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