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Natal, 10 de Novembro de 2009 | Atualizado às 09:55

Informações estão conflitantes entre polícia e testemunha

Publicação: 06 de Novembro de 2009 às 00:00
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A polícia diz que Leonardo Guilhermino da Silva, 19, conhecido como Léo não participou do latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o pastor Edmilson Batista de Melo, 49, no domingo (1º) durante uma vigília no morro do bairro de Felipe Camarão, porém Wellington Santana da Silva, 21, um dos fiéis que participavam do culto e que também foi vítima dos  três bandidos afirma categoricamente que Leonardo teria participado do assalto e que a filha do pastor, uma adolescente de 17 anos reconheceu Léo, na Delegacia, como sendo um dos criminosos.  Wellington afirma que a menor também reconheceu o rapaz quando o viu em uma reportagem na televisão. “Durante a ação, o bandido estava sem camisa. Ele tem uma tatuagem grande de Cristo no tórax. A jovem conheceu Leonardo por uma foto mostrada pelos policiais na Delegacia. A polícia sabe que ele estava entre os assaltantes”.

A reportagem da TN entrou em contato com a mãe da menor que disse: “A polícia pediu para a gente não falar sobre esse assunto. Minha filha não tem certeza”, logo após, a mulher identificada como Marinete (mulher do pastor)  desliga o telefone.   

Coincidência ou não, Leonardo tem uma tatuagem grande de Cristo no tórax. Léo  está internado no Hospital Walfredo Gurgel. Ele foi baleado durante uma discussão em um bar, em Felipe Camarão, momentos após o pastor ter sido assassinado. Segundo a delegada Sheila Almeida, titular da Delegacia de Furtos e Roubos (Defur), Léo teria confessado que matou a tiros, na madrugada do domingo passado, entre 3h30 e 4h30, José Maria Costa da Silva, 21, conhecido como Paixão. “Eles tinham uma desavença antiga. Não sabemos se Paixão estava envolvido também no assalto, mas as possibilidades são remotas. Paixão era arruaceiro, andava armado, mas não cometia assaltos. De todas as vítimas apenas uma reconheceu Paixão como sendo um dos bandidos. A participação de Leonardo está descartada no assalto dos evangélicos”.

Se a polícia quer ou não desviar o foco da imprensa, o que se sabe é que Wellinton afirma ainda que que, além de Léo, os outros  dois bandidos também estavam sem camisa. Um deles usava boné. Os três estariam armados. “Eu levei  uma coronhada por um dos assaltantes”. Na madrugada do domingo, o pastor e mais 22 fiéis foram até o pé do morro de Felipe Camarão fazer uma vigília. As orações começaram à meia-noite. Por volta das 2h30 ocorreu a ação dos assaltantes.

O pastor, a mulher  Marinete e a filha saíram da vigília, pois a menor queria  ir ao banheiro. Na trilha se depararam com o trio que mandou que a família voltasse. Todos os fiéis foram feitos reféns. Edmilson teria se alterado com um dos bandidos que levantou a saia da adolescente  com o revólver. Motivo pelo qual o bandido teria atirado na cabeça do pastor.   

Leonardo responde na justiça ao processo 001.09.035148-8 pelo suposto crime previsto no artigo 121 (homicídio) do Código Penal Brasileiro, ocorrido na madrugada do domingo, em um bar, em Felipe Camarão.

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comentários

terezacristinabarreto@...06/11/2009 @ 08h07
Fica difícil entender porque a Polícia diz que Leo não participou do crime contra o pastor, vez que a testemunha que é filha da vítima identificou até a tatuagem do mesmo. Isso tem que ser bem apurado, pois a testemunha não conhecia o acusado para falar sobre a tatuagem, tampouco iria acusar um inocente. Também seria conhecidencia demais ter outro marginal com as mesmas caracteristicas fisicas e com a mesma tatuagem.
virgilio@...09/11/2009 @ 16h13
É ESTRANHO, MUITO ESTRANHO. TEM SUJEIRA AÍ...
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