Quem adquire um produto eletro eletrônico precisa estar atento a vários detalhes. Na hora da compra, o menor preço ou a marca mais confiável não são as únicas variáveis que devem pesar na escolha. A qualidade do produto e o desempenho do mesmo precisam ser atestados. Por isso, o Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem-RN) alerta os consumidores para observarem a “Etiqueta de eficiência energética” que é desenvolvida pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).
A etiqueta é o selo de conformidade que atesta o atendimento a requisitos de desempenho estabelecidos em normas e regulamentos técnicos. De acordo com o coordenador operacional do Ipem-RN, Vicente Zacarias, o selo orienta os consumidores quanto a qualidade e desempenho dos aparelhos eletrônicos. “As etiquetas facilitam a vida do consumidor. Existe a escala de qualidade que vai da letra A à G. O consumidor deve sempre preferir os produtos com a letra A”, colocou.
O PBE é coordenado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e fornece informações sobre o desempenho dos produtos, considerando atributos como a eficiência energética, o ruído e outros critérios. O conteúdo das etiquetas ajuda a equilibrar a relação de consumo, diminuindo a assimetria de informação existente entre quem compra e quem vende. Os fornecedores, por sua vez, precisam que seus produtos sejam diferenciados no mercado, justificando, assim, o investimento que fazem na melhoria da qualidade dos produtos que oferecem. A maioria dos produtos eletrônicos precisam expor a etiqueta. Estão inclusos no PBE: geladeiras, freezers, condicionadores de ar, chuveiros, motores elétricos trifásicos, fornos e fogões a gás, aquecedores a gás, lâmpadas incandescentes e fluorescentes.
Segundo Vicente Zacarias, as etiquetas são fixadas pelos fabricantes, no entanto, os lojistas são responsáveis pela venda dos produtos e, portanto, respondem em caso de negligência. “Os produtos devem apresentar as etiquetas. Caso não apresentem, o consumidor pode denunciar ”, informou. Em casos de denúncia, o consumidor pode ligar para o número 0800-281-4054. O Ipem-RN, informou Vicente, está realizando fiscalizações periódicas. “Mas é importante a fiscalização feito pelo próprio consumidor”.
Como funciona
De forma geral, o PBE funciona da seguinte forma: os produtos são ensaiados em laboratórios e recebem etiquetas com faixas coloridas que os diferenciam. No caso da eficiência energética, a classificação vai da mais eficiente (A) à menos eficiente (de C até G, dependendo do produto), onde se entende que os mais eficientes utilizam melhor a energia, têm menor impacto ambiental e custam menos para funcionar, pesando menos no bolso. De posse dessa informação no momento da compra, os consumidores podem escolher os produtos mais econômicos e, consequentemente, favorecer a fabricação dos mais eficientes.
A etiqueta é o selo de conformidade que atesta o atendimento a requisitos de desempenho estabelecidos em normas e regulamentos técnicos. De acordo com o coordenador operacional do Ipem-RN, Vicente Zacarias, o selo orienta os consumidores quanto a qualidade e desempenho dos aparelhos eletrônicos. “As etiquetas facilitam a vida do consumidor. Existe a escala de qualidade que vai da letra A à G. O consumidor deve sempre preferir os produtos com a letra A”, colocou.
O PBE é coordenado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e fornece informações sobre o desempenho dos produtos, considerando atributos como a eficiência energética, o ruído e outros critérios. O conteúdo das etiquetas ajuda a equilibrar a relação de consumo, diminuindo a assimetria de informação existente entre quem compra e quem vende. Os fornecedores, por sua vez, precisam que seus produtos sejam diferenciados no mercado, justificando, assim, o investimento que fazem na melhoria da qualidade dos produtos que oferecem. A maioria dos produtos eletrônicos precisam expor a etiqueta. Estão inclusos no PBE: geladeiras, freezers, condicionadores de ar, chuveiros, motores elétricos trifásicos, fornos e fogões a gás, aquecedores a gás, lâmpadas incandescentes e fluorescentes.
Segundo Vicente Zacarias, as etiquetas são fixadas pelos fabricantes, no entanto, os lojistas são responsáveis pela venda dos produtos e, portanto, respondem em caso de negligência. “Os produtos devem apresentar as etiquetas. Caso não apresentem, o consumidor pode denunciar ”, informou. Em casos de denúncia, o consumidor pode ligar para o número 0800-281-4054. O Ipem-RN, informou Vicente, está realizando fiscalizações periódicas. “Mas é importante a fiscalização feito pelo próprio consumidor”.
Como funciona
De forma geral, o PBE funciona da seguinte forma: os produtos são ensaiados em laboratórios e recebem etiquetas com faixas coloridas que os diferenciam. No caso da eficiência energética, a classificação vai da mais eficiente (A) à menos eficiente (de C até G, dependendo do produto), onde se entende que os mais eficientes utilizam melhor a energia, têm menor impacto ambiental e custam menos para funcionar, pesando menos no bolso. De posse dessa informação no momento da compra, os consumidores podem escolher os produtos mais econômicos e, consequentemente, favorecer a fabricação dos mais eficientes.