Considerado o grande precursor do rock brasileiro dos anos 80, o jornalista, compositor, DJ e cantor Julio Barroso (1953/1984) foi umas das figuras mais controversas e emblemáticas para sua geração. Com a lendária banda Gang 90 & Absurdettes, influenciou a cultura da época com seu modo de vida em torno dos estilos pós-punk e new wave.
Morto ao cair de seu apartamento em junho de 1984, o artista carioca é lembrado agora numa radiografia em forma de documentário: “Julio Barroso – Marginal Conservador”, dirigido e roteirizado pelo jornalista Ricardo Alexandre — conhecido pelo livro “Dias de Luta: o rock Brasil dos anos 80”. A estreia é nesta segunda-feira (18) às 19h30 no canal Bis (Sky ou Clarotv/Embratel). Estão programadas reprises dia 19 às 4h e às 8h30; 20, às 16h30.
O documentário recupera imagens raras em vídeos, áudios inéditos, fotos e depoimentos de amigos e parceiros, entre eles o cantor Lobão. O filme relembra histórias que ajudaram a lapidar a personalidade controversa do artista, incluindo momentos polêmicos envolvendo Julio Barroso e sua banda.
Nascido no Rio de Janeiro e radicado em São Paulo, Julio Barroso é compositor de "Perdidos na selva”, “Nosso louco amor”, “Noite e dia”, “Corações psicodélicos” e “Telefone” - hits clássicos do rock brasileiro. Ele morreu em 1984 vítima de um acidente, caindo da janela de seu apartamento em São Paulo.
Com informações do canalbis.globo.com
Reprodução
Julio Barroso com sua banda Gang 90 & Absurdettes
Julio Barroso com sua banda Gang 90 & AbsurdettesMorto ao cair de seu apartamento em junho de 1984, o artista carioca é lembrado agora numa radiografia em forma de documentário: “Julio Barroso – Marginal Conservador”, dirigido e roteirizado pelo jornalista Ricardo Alexandre — conhecido pelo livro “Dias de Luta: o rock Brasil dos anos 80”. A estreia é nesta segunda-feira (18) às 19h30 no canal Bis (Sky ou Clarotv/Embratel). Estão programadas reprises dia 19 às 4h e às 8h30; 20, às 16h30.
O documentário recupera imagens raras em vídeos, áudios inéditos, fotos e depoimentos de amigos e parceiros, entre eles o cantor Lobão. O filme relembra histórias que ajudaram a lapidar a personalidade controversa do artista, incluindo momentos polêmicos envolvendo Julio Barroso e sua banda.
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Julio Barroso, símbolo do rock dos anos 80
"Eu nunca encontrei uma figura no nível de loucura, de criatividade e de talento como ele. O problema é que o cara pode ser louco e não fazer porra nenhuma", assim Lobão define o amigo em um dos seus depoimentos no filme. O músico foi baterista da primeira formação do Gang 90. Além dele, muitos outros amigos e admiradores ajudam a contar a história de Julio, como os jornalistas Antonio Carlos Miguel e Okky de Souza, o guitarrista Miguel Barella, o tecladista Roberto Firmino e mais.
Julio Barroso, símbolo do rock dos anos 80Nascido no Rio de Janeiro e radicado em São Paulo, Julio Barroso é compositor de "Perdidos na selva”, “Nosso louco amor”, “Noite e dia”, “Corações psicodélicos” e “Telefone” - hits clássicos do rock brasileiro. Ele morreu em 1984 vítima de um acidente, caindo da janela de seu apartamento em São Paulo.
Com informações do canalbis.globo.com