Libertas

Publicação: 24 de Março de 2013 às 00:00

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Giannini Ferrari – psicóloga

Francisco I

A chegada de um papa latino e argentino traz reflexões profundas, não somente ao bilhão e meio de católicos do mundo, mas a todos os habitantes do planeta. Mesmo os ateus e ainda, os que vivem a esfera da espiritualidade. Os primeiros passos de Francisco I apontam para a continuidade de um trabalho pastoral de amar ao próximo como a si mesmo. Sua vida cotidiana envolve cozinhar sua própria comida, andar de metrô e ônibus, visitar os presos e os doentes nos hospitais,  levando apoio e suporte para os, realmente, desfavorecidos. Seu trabalho,  invisível e praticamente anônimo, tem uma gigantesca força de correção dos rumos da Igreja Católica. Mas, na verdade, o essencial está no exemplo prático e diário de descer das limusines, dos sapatos prada e da riqueza ostensiva e elitista que distancia a Igreja de Cristo. Retomar  ao centro, à essência e ao fundamento de todo campo espiritual cristão - a figura do Cristo - como modelo e exemplo a ser seguido. O Caminho que passa por Ele  leva à superação dos obstáculos mundanos e materiais. Este desapego, este sentir-se à vontade com o mínimo para manutenção da vida e com a doação de seu tempo, vida, orações e meditações são exemplos para a humanidade, refletindo a intenção e a atitude do Amor Universal. Jayme Panerai Alves – Jayme@libertas.com.br

Seleção

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) abriu inscrições para o processo de seleção simplificado para professor(a) substituto(a) do curso de Ciência da Computação para o Campus de Natal e Núcleo de Nova Cruz. Os interessados devem comparecer entre os dias 25 de março e 8 de abril à Secretaria do Curso de Ciência da Computação - Campus de Natal da UERN - www.uern.br

Quero saber

Sou casada e temos dois filhos. Um menino de 6 anos e a menina de 8. O problema é na relação entre eles. Enquanto o menino é “louco” pela irmã, ela simplesmente o ignora. Às vezes ele vai abraçá-la e ela simplesmente o empurra ou não deixa ele se aproximar. Ela diz que até a fala dele a irrita.  Já conversamos com ela, até já a colocamos de castigo, mas nada resolveu até agora. Por favor, nos ajude. Estamos desesperados e com medo que isso possa trazer problemas psicológicos no futuro para o nosso filho.
Espero ansiosamente pela resposta de vocês.
Patrícia

Resposta

Patrícia,
Cada criança possui características próprias e por isso reagem de forma diferente a determinadas situações. No caso da sua filha, podemos pensar numa insegurança por parte dela em relação ao amor de vocês, como também ciúmes do irmão que veio depois dela, fazendo com que a deixasse de ser a única aos olhos dos pais. O que vocês podem fazer para ajudá-los é proporcionar momentos dos pais sozinhos com um e com outro e depois os quatro juntos. É importante esse olhar individual para cada um dos filhos, pois dessa forma, eles se sentem amados e protegidos pelos pais. Procurar orientação de um profissional da área pode vir a ajudá-la nesse momento.


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