O banco Santander Brasil informou na manhã de hoje (31) que teve lucro líquido de R$ 1,598 bilhão no quarto semestre do ano passado, resultado 3% abaixo do obtido um ano antes. Com esse resultado, o grupo bancário fechou o ano de 2012 com lucro líquido de R$ 6,329 bilhões, sem considerar o impacto com despesas para acabar com as dívidas de ágio. Esse valor é 5% menor que o lucro de 2011.
No ano passado, a operação brasileira foi correspondente a 26% do resultado mundial do grupo bancário, que lucrou 2,2 bilhões de euros, uma diminuição de 59% em comparação anual, devido às reservas de capital realizadas para evitar exposição ao setor imobiliário espanhol, atualmente em crise.
O presidente do banco no Brasil, Marcial Portela, disse que o Santander alcançou "um resultado equilibrado, dentro de uma conjuntura bastante exigente". Ele destacou também que o grupo aumentou a força comercial e conservou "um nível de capital elevado", terminando o ano a caminho de uma normalização nas provisões de crédito. "Terminamos 2012 melhor do que começamos, ainda mais preparados para o crescimento futuro", afirmou.
Já o presidente mundial do banco, Emilio Botín, considera que os resultados deste ano serão melhores que os obtidos em 2012. "Em 2013 veremos um forte aumento de resultados, uma vez encerrados os saneamentos especiais", disse.
No ano passado, a operação brasileira foi correspondente a 26% do resultado mundial do grupo bancário, que lucrou 2,2 bilhões de euros, uma diminuição de 59% em comparação anual, devido às reservas de capital realizadas para evitar exposição ao setor imobiliário espanhol, atualmente em crise.
O presidente do banco no Brasil, Marcial Portela, disse que o Santander alcançou "um resultado equilibrado, dentro de uma conjuntura bastante exigente". Ele destacou também que o grupo aumentou a força comercial e conservou "um nível de capital elevado", terminando o ano a caminho de uma normalização nas provisões de crédito. "Terminamos 2012 melhor do que começamos, ainda mais preparados para o crescimento futuro", afirmou.
Já o presidente mundial do banco, Emilio Botín, considera que os resultados deste ano serão melhores que os obtidos em 2012. "Em 2013 veremos um forte aumento de resultados, uma vez encerrados os saneamentos especiais", disse.