Medicamentos mais baratos
Publicação: 25 de Janeiro de 2012 às 00:00
O Ministério da Saúde atendendo pedido do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo) solicitou que a Receita Federal amplie a lista de princípios ativos isentos de PIS/Cofins, conhecida como lista positiva.
De acordo com o Sindusfarma, a última atualização da lista foi em 2007. Caso seja realizada, o consumidor deverá sentir uma redução de, em média, 11% no preço final. Segundo o sindicato, serão inseridos na lista 346 princípios ativos usados em medicamentos diversos. Entre as classes beneficiadas, estão medicamentos para tratamento de câncer, hipertensão, diabetes, antibióticos, contraceptivos, redutores de colesterol, calmantes, antihemorrágicos, vacinas e remédios para combater a osteoporose.
Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, a atualização da lista positiva encontra-se em análise na Receita Federal. (Fonte: www.portaldoconsumidor.gov.br)
Material de construção
A Proteste - Associação de Consumidores orienta sobre a compra de material de construção.
A primeira coisa a fazer é estabelecer as necessidades e objetivos da reforma, para que não compre material a mais ou a menos. Quem não está acostumado a realizar obras pode calcular a quantidade errada de material e gastar muito mais dinheiro do que o necessário.
Como planejar é o principal passo antes de comprar qualquer material de construção, veja algumas dicas da Proteste e compre com consciência:
1. Monte uma planilha e calcule todos os custos da reforma, como mão de obra e material. Um arquiteto ou designer de interiores pode ajudar a fazer um projeto dentro das suas necessidades;
2. Calcule bem a quantidade de pisos necessárias, pois as liquidações servem para limpar os estoques para receber novos produtos, ou seja, caso faltem pisos, talvez você não encontre mais produtos do mesmo modelo;
3. Para não correr riscos, compre 10% de metro quadrado a mais de pisos e azulejos, afinal, alguns podem quebrar durante a reforma;
4. Caso seja necessário parcelar a compra, fique atento aos juros;
5. Mesmo em época de liquidação, pesquise e compare os preços. Além disso, peça para o vendedor colocar na nota fiscal a data em que os produtos serão entregues. (Fonte: www.portaldoconsumidor.gov.br)
Material escolar
Janeiro é mês de férias, mas também o momento em que muitos pais começam a lotar os estabelecimentos comerciais em busca dos itens das extensas listas de material escolar. Antes de sair comprando e gastar mais que o necessário, o consumidor pode tomar alguns cuidados e seguir as dicas do Idec para tirar nota máxima em economia durante as compras.
A primeira dica é não partir para as compras logo de cara. Procure primeiro analisar o material do ano anterior para ver o que pode ser reutilizado. Mochilas, estojos e lápis são apenas alguns dos exemplos, mas até os cadernos que ficaram em branco ou não foram totalmente utilizados podem ser reaproveitados. É possível ainda estilizar esse material criando algo totalmente novo. Os cadernos, por exemplo, podem ser encapados e decorados com adesivos, renovando o artigo e o tornando único.
Outra dica é dar uma olhada nas gavetas e prateleiras da sua casa. Em alguns casos, o consumidor pode até já possuir um ou outro item solicitado na lista, evitando ter de adquiri-los desnecessariamente.
Após o devido "levantamento", fica bem mais fácil saber o que realmente deverá ser comprado. É então o momento de pesquisar os preços. O valor dos itens costuma variar bastante de uma loja para outra, por isso, comparar o custo total da compra em cada loja ao invés de comprar direto é a melhor alternativa. Nesse quesito, a internet pode ser uma ótima aliada do consumidor. Cheque o valor dos itens em pelo menos três lojas diferentes. Vale lembrar que a busca pelo produto mais em conta deve levar em consideração também a qualidade do item - para o barato não sair caro!
(Fonte: www.idec.org.br)