O Supremo Tribunal Federal ainda não divulgou, mas já definiu regras para julgamento do mensalão, como limitar a quatro, por réu, o acesso de pessoas às sessões. Além do próprio acusado, mais três defensores terão assento no plenário, e as primeiras fileiras serão reservadas aos advogados que farão sustentação oral. Se o réu faltar ao julgamento, a vaga será distribuída a outras pessoas interessadas em assisti-lo.
Sem exceções
O STF decidiu não abrir exceções: cada réu só será representado por três advogados. Na ausência, a vaga não será de mais um defensor.
Vacina
A Defensoria Pública está de sobreaviso: advogado que se ausentar para pedir nulidade do julgamento será substituído por defensor dativo.
Meu Brasil brasileiro
A Organização Internacional do Trabalhou destacou redução de 36,5% da pobreza no Brasil. E pensar que inadimplência foi recorde em maio.
Quem dá mais
O presidente do DEM, José Agripino (RN), aposta as fichas nos candidatos em Aracajú, Salvador, Macapá, Fortaleza e Recife.
Denúncia de Durval
Apesar da Operação Caixa de Pandora ter sido lastreada na delação Durval Barbosa, operador do esquema de corrupção no DF, revelações dele foram ignoradas, como a doação de R$ 1 milhão de empresas de informática – como a CTIS, uma das maiores do DF – à campanha de José Roberto Arruda, em troca de contratos. A prestação de contas de Arruda registra doação só de R$ 250mil da CTIS. A polícia suspeita que o restante teria sido “por fora”, o que caracteriza sonegação fiscal.
Doações
Além da CTIS, segundo Durval Barbosa, as empresas Linknet, Poliedro e Politec doaram R$ 1 milhão (cada) à campanha de Arruda, em 2006.
O operador
Articulador de contratos de informática superfaturados, de quase R$ 500 milhões por ano no governo Roriz, Durval distribuía as propinas.
Não acabou
O dono da CTIS, Avaldir de Oliveira, que ficou calado, no depoimento à PF, ainda pode ser incluído no rol de acusados da Pandora.
Desculpa esfarrapada
O prefeito de Macapá Roberto Góes (PDT) "declinou" do convite da CBF para chefiar delegação de futebol nas Olimpíadas de Londres, após esta coluna revelar o mico. Góes alegou compromissos políticos. A CBF o substituiu por Bonfim Peixoto, da Federação Catarinense.
Na nossa conta
A Caixa vai emprestar R$1 bilhão ao grupo JBS, diz o Wall Street Journal. O BNDES, que emprestou R$1,4 bilhão em três anos ao maior frigorífico do mundo, tem 31,4%, ou seja, também somos sócios.
Não abro mão
O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) não abriu mão do recesso para analisar os documentos disponibilizados pela CPMI do Cachoeira. Ele está em férias nos Estados Unidos e só retorna daqui a sete dias.
Blindado
O governador do Rio, Sergio Cabral, não economiza quando o assunto é sua segurança. Ele chamou atenção ao transitar com carro blindado alugado em Brasília, onde participou de reunião na segunda (16) no Planalto. A diária, incluindo motorista, é de no mínimo R$ 1,5 mil.
Mais 300 kg
O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) garante ter mais 300 kg de documentação para levar à CPMI do Cachoeira. “Aqueles 68 kg de papéis foram só a ponta do Iceberg. Vão ter muitas novidades”, afirma.
Partida de xadrez
A notícia de que Cachoeira tentou se enforcar na cela da Papuda, em Brasília, é mais recado que ameaça de suicídio: farto do advogado estrelado, está difícil segurá-lo. Pelo menos na cadeia, por mais tempo.
Perigo é outro
O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) duvida da possibilidade de Cachoeira tentar suicídio: “se ele aparecer morto na Papuda, pode-se investigar o homicídio. O que é preciso é dar garantia de vida a ele”.
‘Seu’ Encrenca
O presidente cocalero da Bolívia, Evo Morales, adora uma encrenca: após nacionalizar ativos da Petrobras em 2006, vai pedir explicação ao embaixador do Brasil, Marcel Biato, que insiste no salvo-conduto ao senador de oposição Róger Pinto, asilado na embaixada em La Paz.
Sem exceções
O STF decidiu não abrir exceções: cada réu só será representado por três advogados. Na ausência, a vaga não será de mais um defensor.
Vacina
A Defensoria Pública está de sobreaviso: advogado que se ausentar para pedir nulidade do julgamento será substituído por defensor dativo.
Meu Brasil brasileiro
A Organização Internacional do Trabalhou destacou redução de 36,5% da pobreza no Brasil. E pensar que inadimplência foi recorde em maio.
Quem dá mais
O presidente do DEM, José Agripino (RN), aposta as fichas nos candidatos em Aracajú, Salvador, Macapá, Fortaleza e Recife.
Denúncia de Durval
Apesar da Operação Caixa de Pandora ter sido lastreada na delação Durval Barbosa, operador do esquema de corrupção no DF, revelações dele foram ignoradas, como a doação de R$ 1 milhão de empresas de informática – como a CTIS, uma das maiores do DF – à campanha de José Roberto Arruda, em troca de contratos. A prestação de contas de Arruda registra doação só de R$ 250mil da CTIS. A polícia suspeita que o restante teria sido “por fora”, o que caracteriza sonegação fiscal.
Doações
Além da CTIS, segundo Durval Barbosa, as empresas Linknet, Poliedro e Politec doaram R$ 1 milhão (cada) à campanha de Arruda, em 2006.
O operador
Articulador de contratos de informática superfaturados, de quase R$ 500 milhões por ano no governo Roriz, Durval distribuía as propinas.
Não acabou
O dono da CTIS, Avaldir de Oliveira, que ficou calado, no depoimento à PF, ainda pode ser incluído no rol de acusados da Pandora.
Desculpa esfarrapada
O prefeito de Macapá Roberto Góes (PDT) "declinou" do convite da CBF para chefiar delegação de futebol nas Olimpíadas de Londres, após esta coluna revelar o mico. Góes alegou compromissos políticos. A CBF o substituiu por Bonfim Peixoto, da Federação Catarinense.
Na nossa conta
A Caixa vai emprestar R$1 bilhão ao grupo JBS, diz o Wall Street Journal. O BNDES, que emprestou R$1,4 bilhão em três anos ao maior frigorífico do mundo, tem 31,4%, ou seja, também somos sócios.
Não abro mão
O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) não abriu mão do recesso para analisar os documentos disponibilizados pela CPMI do Cachoeira. Ele está em férias nos Estados Unidos e só retorna daqui a sete dias.
Blindado
O governador do Rio, Sergio Cabral, não economiza quando o assunto é sua segurança. Ele chamou atenção ao transitar com carro blindado alugado em Brasília, onde participou de reunião na segunda (16) no Planalto. A diária, incluindo motorista, é de no mínimo R$ 1,5 mil.
Mais 300 kg
O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) garante ter mais 300 kg de documentação para levar à CPMI do Cachoeira. “Aqueles 68 kg de papéis foram só a ponta do Iceberg. Vão ter muitas novidades”, afirma.
Partida de xadrez
A notícia de que Cachoeira tentou se enforcar na cela da Papuda, em Brasília, é mais recado que ameaça de suicídio: farto do advogado estrelado, está difícil segurá-lo. Pelo menos na cadeia, por mais tempo.
Perigo é outro
O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) duvida da possibilidade de Cachoeira tentar suicídio: “se ele aparecer morto na Papuda, pode-se investigar o homicídio. O que é preciso é dar garantia de vida a ele”.
‘Seu’ Encrenca
O presidente cocalero da Bolívia, Evo Morales, adora uma encrenca: após nacionalizar ativos da Petrobras em 2006, vai pedir explicação ao embaixador do Brasil, Marcel Biato, que insiste no salvo-conduto ao senador de oposição Róger Pinto, asilado na embaixada em La Paz.