Curitiba (ABr) – Com mais cinco mortes registradas ontem no Rio Grande do Sul e outras dez no vizinho Estado de Santa Catarina, subiu para 123 o total de pacientes com o vírus Influenza H1N1 que morreram este ano na Região Sul do país. O total registrado em 2012 equivale a 15,6% dos óbitos verificados em 2009, auge da pandemia, quando 789 pessoas morreram nos três estados. O fim da pandemia foi decretado em agosto de 2010 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Blumenau é a cidade catarinense que apresenta o maior número de mortes, com 11 ocorrências. Nos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná, as capitais lideram o número de óbitos – são seis em Porto Alegre e outras quatro em Curitiba.
Na semana passada, o Ministério da Saúde divulgou levantamento segundo o qual metade dos pacientes que morreram em Santa Catarina teve acesso tardio ao antiviral oseltamivir, conhecido pelo nome comercial Tamiflu.
Os médicos de todo país estão orientados a prescrever o Tamiflu aos pacientes que apresentarem quadro de síndrome gripal, mesmo antes dos resultados de exames ou sinais de agravamento. O medicamento, que reduz as chances de que a doença evolua para um caso grave, é mais eficaz nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas.
A gripe se caracteriza pelo surgimento simultâneo de febre e tosse ou dor de garganta, somados a dor de cabeça, dor muscular ou nas articulações. Lavar as mãos várias vezes ao dia, usar lenço descartável ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados são algumas das formas de evitar a transmissão da doença.
Crianças com idade entre 6 meses e 2 anos que foram imunizadas pela primeira vez este ano contra a gripe devem retornar aos postos de saúde para receber a segunda dose da vacina. O alerta é do pediatra e presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri.
Em entrevista à Agência Brasil, ele explicou que o intervalo ideal entre a aplicação da primeira e da segunda dose é 30 dias, mas ressaltou que quem já completou 45 ou mesmo 60 dias ainda deve procurar receber o reforço. “A segunda dose garante uma proteção adequada. Uma dose somente, aplicada nas crianças e quando se trata da primeira vez, não é suficiente para uma proteção adequada”, disse. “Estudos demonstram que uma dose somente confere uma proteção muito baixa. Não é o adequado”, reforçou.
O médico lembrou que a vacina contra a gripe é segura e não oferece nenhum risco à saúde das crianças, já que é produzida com o vírus inativo ou morto. Ele ressaltou que a gripe é uma doença que, anualmente, causa diversos problemas de saúde pública e que crianças muito novas e adultos mais velhos são os grupos que apresentam os maiores números de internações, complicações e mortes.
Blumenau é a cidade catarinense que apresenta o maior número de mortes, com 11 ocorrências. Nos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná, as capitais lideram o número de óbitos – são seis em Porto Alegre e outras quatro em Curitiba.
Na semana passada, o Ministério da Saúde divulgou levantamento segundo o qual metade dos pacientes que morreram em Santa Catarina teve acesso tardio ao antiviral oseltamivir, conhecido pelo nome comercial Tamiflu.
Os médicos de todo país estão orientados a prescrever o Tamiflu aos pacientes que apresentarem quadro de síndrome gripal, mesmo antes dos resultados de exames ou sinais de agravamento. O medicamento, que reduz as chances de que a doença evolua para um caso grave, é mais eficaz nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas.
A gripe se caracteriza pelo surgimento simultâneo de febre e tosse ou dor de garganta, somados a dor de cabeça, dor muscular ou nas articulações. Lavar as mãos várias vezes ao dia, usar lenço descartável ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados são algumas das formas de evitar a transmissão da doença.
Crianças com idade entre 6 meses e 2 anos que foram imunizadas pela primeira vez este ano contra a gripe devem retornar aos postos de saúde para receber a segunda dose da vacina. O alerta é do pediatra e presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri.
Em entrevista à Agência Brasil, ele explicou que o intervalo ideal entre a aplicação da primeira e da segunda dose é 30 dias, mas ressaltou que quem já completou 45 ou mesmo 60 dias ainda deve procurar receber o reforço. “A segunda dose garante uma proteção adequada. Uma dose somente, aplicada nas crianças e quando se trata da primeira vez, não é suficiente para uma proteção adequada”, disse. “Estudos demonstram que uma dose somente confere uma proteção muito baixa. Não é o adequado”, reforçou.
O médico lembrou que a vacina contra a gripe é segura e não oferece nenhum risco à saúde das crianças, já que é produzida com o vírus inativo ou morto. Ele ressaltou que a gripe é uma doença que, anualmente, causa diversos problemas de saúde pública e que crianças muito novas e adultos mais velhos são os grupos que apresentam os maiores números de internações, complicações e mortes.