O ex-presidente do Egito, Hosni Mubarak, 84 anos, retornará aos tribunais no dia 13 de abril. Ele já foi condenado, em primeira instância, à prisão perpétua pela morte de manifestantes que protestavam contra seu governo em 2011. A data foi marcada pelo presidente do Tribunal de Recurso do Cairo, Samir Abul Maati.
Também serão julgados, na mesma data, os filhos de Mubarak, Gamal e Alaa, o ex-ministro do Interior Habib El Adli, além de seis assessores e o empresário Hussein Salem – que está foragido na Espanha. Mubarak está hospitalizado e, segundo informações não confirmadas oficialmente, seu estado de saúde sofre progressiva piora.
Há ainda informações de que Mubarak tem depressão aguda, dificuldades respiratórias e hipertensão. Depois da prisão, ele teve duas paradas cardíacas. Mubarak e o empresário Hussein Salem serão julgados também por corrupção.
De acordo com os dados oficiais, a repressão às manifestações, em 2011, causou pelo menos 850 mortos.
A Justiça decidiu, em janeiro deste ano, anular algumas sentenças proferidas pelo Tribunal Criminal do Cairo, em junho de 2012, e ordenar novo julgamento de Mubarak e dos demais envolvidos.
Com informações da Agência Brasil
fotos: ben curtis/ap/ae
Em cima de um tanque do Exército, soldados acompanham a ação de manifestantes, que saíram às ruas neste sábado para protestar contra o presidente Hosni Mubarak
Em cima de um tanque do Exército, soldados acompanham a ação de manifestantes, que saíram às ruas neste sábado para protestar contra o presidente Hosni MubarakTambém serão julgados, na mesma data, os filhos de Mubarak, Gamal e Alaa, o ex-ministro do Interior Habib El Adli, além de seis assessores e o empresário Hussein Salem – que está foragido na Espanha. Mubarak está hospitalizado e, segundo informações não confirmadas oficialmente, seu estado de saúde sofre progressiva piora.
Há ainda informações de que Mubarak tem depressão aguda, dificuldades respiratórias e hipertensão. Depois da prisão, ele teve duas paradas cardíacas. Mubarak e o empresário Hussein Salem serão julgados também por corrupção.
De acordo com os dados oficiais, a repressão às manifestações, em 2011, causou pelo menos 850 mortos.
A Justiça decidiu, em janeiro deste ano, anular algumas sentenças proferidas pelo Tribunal Criminal do Cairo, em junho de 2012, e ordenar novo julgamento de Mubarak e dos demais envolvidos.
Com informações da Agência Brasil