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Natal, 25 de Maio de 2012 | Atualizado às 07:48

O processo da educação ambiental no século XX

Publicação: 20 de Dezembro de 2011 às 14:28
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Nome: Wendell Marcel Alves da Costa

E-mail: marcell.wendell@hotmail.com



Antes do século XXI pensava-se que a natureza e seus recursos naturais como água, solo, vegetação e todo tipo de produtos que ela oferece ao homem nunca pudesse se extinguir. Um tanto de extensão territorial, e um outro grande monte de diversidade e um máximo de certezas que encabeçaram a ideia de "plenitude diversa" fizeram com que a natureza fosse devastada e explorada em sua grande diversidade de flora e fauna. A tal evolução humana foi a grande responsável por esse delito destrutivo. A evolução econômica e social esqueceram que a evolução ambiental e seus preceitos de preservação e reconstrução são a máxima capacidade de crescimento, tanto socialmente quanto na economia de um país, pobre ou rico. Um fator comum a isso é que ainda se esquecem que o meio onde crianças, jovens, adultos e velhos vivem se chama natureza. E como um ser que se diz tão evoluído pode destruir seu próprio lar? Será que a terra está com os dias contados, ou ainda pode-se reverter o processo de desertificação de áreas devastadas pela economia da agropecuária; ou então a contaminação das águas que guardam o tesouro da humanidade no futuro por agrotóxicos? São incertezas que poderiam ser solucionadas e evitadas.



Diversos Tratados foram propostos e discutidos no decorrer do século XX, quando o conceito de sustentabilidade surgiu, diante do exposto pelos resultados da necessária Revolução Industrial e, posteriormente, a Revolução Verde. Em Estocolmo, no ano de 1972, o grande destaque não foi a possível mudança de uma terra habitável por uma onde não se possa morar causado pela pertubação do meio ambiente pelas indústrias, mas sim o embate entre países desenvolvidos ( industrializados) de primeiro mundo e os países não-desenvolvidos ( em desenvolvimento, lento e tardio ), pobres e na miséria. Enquanto que as nações já desenvolvidas queriam a "preservação" da natureza, já que tinham em mãos todo o poderio necessário para controlar os recursos naturais de outros países, por meio de estudos para combater a destruição dos recursos naturais, as nações em desenvolvimento precisavam crescer economicamente, para melhorar a saúde e as políticas públicas de apoio social, como moradia e saneamento. Resultado de Estocolmo: "planos futuros" e a criação da Declaração sobre o Meio Ambiente Humano, e ainda o menos importante Plano de Ações. Já em 92 foi realizada no Brasil a "Cúpula da Terra", onde diversos chefes de Estado se reuniram e discutiram sobre o que fizeram por seu planeta desde 72. Resultado da Eco-92: criação de 5 importantes documentos que enfatizam a natureza como algo necessário e que deve-se preservar para as gerações futuras. O grande destaque desse encontro foi a Agenda 21, onde os países participantes da Conferência se comprometem em estabelecer uma relação harmônica entre crescimento econômico e preservação da natureza, o mais conhecido termo sustentabilidade.



Nos dias atuais, problemas como assoreamento de rios, contaminação de águas subterrâneas ou erosão do solo se misturam a outros maiores como aquecimento global e efeito estufa. O modelo capitalista com sua característica de produção, venda e mais produção acabou por por em risco o planeta terra. Estimativas mostram que usa-se em 1 ano recursos que o planeta só consegue repor em 18 meses. E mais, o maior poluidor do planeta consome 4 planetas terra por ano, para alimentar o consumismo exacerbado. Os Estados Unidos da América, com seu "Sonho Americano", destroi o meio onde se vive e acumula riqueza. O modelo de vida que a humanidade adota deve reaver seus costumes. Não há dúvida que só a educação ambiental poderá solucionar os problemas que assolam o planeta. Mais primeiro, educar os chefes, que comandam e decidem o que fazer e o que não fazer, quase sempre este último.













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