A presidente do Sindicado da Polícia Civil (Sinpol), Vilma Marinho, admitiu que tanto o atendimento a população quanto as investigações ficarão prejudicados com a paralisação de advertência marcada para os dias 23 e 24 deste mês.
Em entrevista concedida por telefone a TN Online na manhã desta quinta-feira (19), a presidente do Sinpol contou que as investigações serão de fato interrompidas durante a paralisação e falou sobre a atual situação da greve na Polícia Civil.
Ouça a entrevista com a presidente da Sinpol, Vilma Marinho
Quanto à paralisação de 48 horas marcada para os dias 23 e 24, Vilma Marinho, informou que só serão mantidos 30% do efetivo. Além dos setores administrativos, as delegacias de plantão da zona Norte e zona Sul serão as únicas unidades em funcionamento.
Na assembleia realizada nesta quarta-feira (18), a Sinpol também definiu que a partir de hoje as delegacias não recebem nem transportam presos.
Quando perguntada sobre o destino das pessoas presas em flagrante, a presidente da Sinpol passou a responsabilidade para a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc). De acordo com ela a Sejuc deve transferir os presos flagranteados diretamente para o sistema prisional.