Brasília – A ministra Cármen Lúcia, presidenta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou rigorosa apuração das denúncias de irregularidades no pagamento de horas extras no período eleitoral de 2012. Essas denúnicas já resultaram na exoneração a pedido do diretor-geral do tribunal à época, Alcides Diniz, que foi substituído no cargo, em 14 de dezembro, por Anderson Vidal Corrêa.
A relação com os nomes dos funcionários que receberam horas extras no período eleitoral está disponibilizada na página do tribunal na internet, com os respectivos valores adicionais para cada um, e será feita sindicância caso a caso, de acordo com a assessoria de imprensa do TSE.
Segundo a assessoria, os gastos com horas extras no período eleitoral, em especial de setembro a novembro, foram maiores que nas eleições de 2010, em decorrência, principalmente, de terem sido as primeiras eleições sob influência da Lei da Ficha Limpa, que aumentou consideravelmente o número de processos analisados na época.
Dados do TSE, obtidos pelo jornal O Estado de São Paulo, apontam um pagamento descontrolado durante o último período eleitoral, em 2012. Apenas no mês de novembro, foram pagos R$ 3,8 milhões para pagar 567 funcionários, e, entre setembro e novembro, as horas extras somaram o valor total de R$ 9,5 milhões. Somando os adicionais pagos no período ao salário regular, esses funcionários receberam, no final de novembro, mais que os próprios ministros do tribunal.
As greves dos servidores da Justiça Eleitoral e dos funcionários dos correios, às vésperas das eleições, também contribuíram para aumentar a concentração de trabalho.
Com informações da Agência Brasil
A relação com os nomes dos funcionários que receberam horas extras no período eleitoral está disponibilizada na página do tribunal na internet, com os respectivos valores adicionais para cada um, e será feita sindicância caso a caso, de acordo com a assessoria de imprensa do TSE.
Segundo a assessoria, os gastos com horas extras no período eleitoral, em especial de setembro a novembro, foram maiores que nas eleições de 2010, em decorrência, principalmente, de terem sido as primeiras eleições sob influência da Lei da Ficha Limpa, que aumentou consideravelmente o número de processos analisados na época.
Dados do TSE, obtidos pelo jornal O Estado de São Paulo, apontam um pagamento descontrolado durante o último período eleitoral, em 2012. Apenas no mês de novembro, foram pagos R$ 3,8 milhões para pagar 567 funcionários, e, entre setembro e novembro, as horas extras somaram o valor total de R$ 9,5 milhões. Somando os adicionais pagos no período ao salário regular, esses funcionários receberam, no final de novembro, mais que os próprios ministros do tribunal.
As greves dos servidores da Justiça Eleitoral e dos funcionários dos correios, às vésperas das eleições, também contribuíram para aumentar a concentração de trabalho.
Com informações da Agência Brasil