O Reino Unido pode estar prestes a suspender o acordo com o Brasil, que permite a permanência de brasileiros até seis meses sem visto. As informações foram publicadas no jornal inglês Financial Times, que afirmou também a apresentação da proposta de fim do acordo em vigor pela ministra do Interior britânica, Theresa May, nesta quarta-feira (6).
O Financial Times mostra que a suposta decisão da ministra é contrária às medidas norte-americanas e australianas, por exemplo, que estão ficando menos restritos para os brasileiros, visando estimular o turismo e os negócios.
De acordo com o jornal britânico, May pretende evitar a entrada de imigrantes ilegais no Reino Unido, mas também é contrária a outros ministros do governo, que temem um possível abalo das relações com o Brasil, considerada pelo premiê David Cameron como essencial para as relações comerciais entre Reino Unido e Brasil.
Os ministros das Finanças, George Osborne, e das Relações Exteriores, William Hague, estão entre os que se opõem à decisão de May. O ministério do Interior vinha sendo criticado ainda pelas dificuldades em relação à concessão de visto aos chineses.
A medida de Theresa May toma como base dados de 2011, pertencentes ao ministério, que apontam o Brasil como quinto país que mais oferece imigrantes ilegais ao Reino Unido. As informações indicam ainda que cerca de 2 mil brasileiros são extraditados, anualmente, do Reino Unido.
De acordo com o líder do grupo superpartidário Commons Brazil, Robert Halfon, a medida é "um grande passo para trás". Halfon disse ainda que "não adianta o primeiro-ministro dizer que a Grã-Bretanha está aberta para negócios, se os ministros estão difcultando a ida de turistas de negócios ao país".
O Financial Times mostra que a suposta decisão da ministra é contrária às medidas norte-americanas e australianas, por exemplo, que estão ficando menos restritos para os brasileiros, visando estimular o turismo e os negócios.
De acordo com o jornal britânico, May pretende evitar a entrada de imigrantes ilegais no Reino Unido, mas também é contrária a outros ministros do governo, que temem um possível abalo das relações com o Brasil, considerada pelo premiê David Cameron como essencial para as relações comerciais entre Reino Unido e Brasil.
Os ministros das Finanças, George Osborne, e das Relações Exteriores, William Hague, estão entre os que se opõem à decisão de May. O ministério do Interior vinha sendo criticado ainda pelas dificuldades em relação à concessão de visto aos chineses.
A medida de Theresa May toma como base dados de 2011, pertencentes ao ministério, que apontam o Brasil como quinto país que mais oferece imigrantes ilegais ao Reino Unido. As informações indicam ainda que cerca de 2 mil brasileiros são extraditados, anualmente, do Reino Unido.
De acordo com o líder do grupo superpartidário Commons Brazil, Robert Halfon, a medida é "um grande passo para trás". Halfon disse ainda que "não adianta o primeiro-ministro dizer que a Grã-Bretanha está aberta para negócios, se os ministros estão difcultando a ida de turistas de negócios ao país".