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Economia

Natal, 11 de Fevereiro de 2012 | Atualizado às 16:31

Salão Imobiliário é encerrado hoje

Publicação: 14 de Maro de 2010 às 00:00
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O Salão Imobiliário de Natal poderá superar a marca de R$ 200 milhões em vendas este ano, com o resultado puxado principalmente pelo Programa Minha Casa, Minha Vida e por imóveis de até R$ 150 mil, os mais procurados pelo público. Se confirmada, a cifra será mais que o dobro da registrada em 2009. O evento será encerrado hoje, reunindo mais de 250 empresas do setor, entre construtoras, imobiliárias e incorporadoras, e cerca de 10 mil opções de imóveis. A entrada e o estacionamento são gratuitos.
Alex RégisEvento imobiliário foi aberto no dia 10 no Centro de Convenções de Natal e termina hojeEvento imobiliário foi aberto no dia 10 no Centro de Convenções de Natal e termina hoje

Considerado o segundo maior evento do setor no país, o Salão está com as portas abertas desde o dia 10 de março, no Centro de Convenções de Natal, cerca de 10 mil pessoas se cadastraram na entrada do evento. "E esse número vai ficar ainda maior. A sexta o sábado e o domingo atraem 70% do público que esperamos", diz o promotor do evento, Ocimar Damásio.

Segundo ele, ainda não há números que mostrem quanto o evento está movimentando, mas só os 17 empreendimentos ofertados pelas 11 empresas que atuam como correspondentes imobiliárias da Caixa Econômica Federal no evento, têm Valor Geral de Vendas (VGV) somado de R$ 280 milhões. "E a intenção é fechar o domingo com todo esse valor negociado", diz o gerente regional de negócios da Construção Civil do banco, Carlos Antônio de Araújo. Até a sexta-feira passada não havia um balanço parcial de quantas simulações de financiamento haviam sido realizadas. O que já se sabia, era que o Minha Casa, Minha Vida, com a oferta de imóveis com preços de R$ 51 mil a R$ 106 mil e até R$ 17 mil de subsídios do governo federal, sobre esses valores - quanto menor a renda maior é o subsídio para o consumidor- se destacava como o grande carro-chefe.

 Das 2.900 unidades ofertadas nos empreendimentos comercializados pelas parceiras da Caixa no evento, 2.700 estão enquadradas no programa.

"Os incentivos do governo federal ao setor da construção civil por meio do programa e o reaquecimento da economia este ano, após um 2009 de incertezas trazidas pela crise, fizeram com que as pessoas voltassem a comprar e estamos percebendo esse movimento durante o evento", diz Ocimar Damásio, ressaltando que a feira costuma gerar o fechamento de negócios até seis meses após encerrado.


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