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Natal, 12 de Fevereiro de 2012 | Atualizado às 01:56

Segurança é reforçada nas ruas de Honduras para conter manifestações

Publicação: 25 de Novembro de 2009 às 07:40
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Agência Brasil - A segurança foi reforçada nas principais rodovias do país. Nos acessos à capital, Tegucigalpa, a Polícia Nacional tem o apoio de homens do Exército fortemente armados, com veículos equipados com armas antitanques. Eles revistam os carros, motoristas e passageiros. A maioria dos motoristas que falou com a reportagem da Agência Brasil disse que não se incomodava com a operação, respondia apenas que o trabalho dos policiais dava mais segurança à população.

Ontem (24), manifestantes da resistência deixaram a frente do Congresso Nacional e foram até a sede do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) para acompanhar uma renúncia em massa de candidatos a deputado e prefeito.

A segurança do tribunal também recebeu reforços. Além de policiais, dezenas de soldados do Exército foram deslocados para proteger o tribunal. Um caminhão carregado com uma tropa ficou o tempo todo de prontidão, mas não houve conflito.

Todos os candidatos que chegavam eram saudados pelos manifestantes que tomaram as calçadas em frente ao tribunal.

Hector Longino, candidato a deputado pelo Partido de Inovação e Unidade Social Democrática (Pinu), Roger Gaytano e Raul Veleriano, candidatos também a deputado pela UD, partido da Unificação Democrática - os três do departamento de Francisco Morazan - chegaram juntos.

Depois de apresentar formalmente a renúncia na secretaria do tribunal, eles disseram que não seria certo participar de um processo eleitoral ilegitimo porque o presidente Manuel Zelaya continua fora do poder.

Rafael Alegria, líder da resistência, disse que a frente vai continuar com ações pacíficas como esta até as eleições.

O Itamaraty confirmou ontem (24) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu uma carta do presidente americano Barack Obama no último domingo. No texto, Obama reafirma a posição do Estados Unidos de apoiar as eleições hondurenhas mesmo sem a restituição de Zelaya à Presidência.

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