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Natal, 05 de Novembro de 2009 | Atualizado às 12:08

Semob troca fiscalização eletrônica de velocidade

Publicação: 05 de Novembro de 2009 às 00:00
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A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) está dando continuidade às trocas da fiscalização eletrônica de velocidade dos veículos que trafegam pelas ruas sob jurisprudência municipal. As lombadas eletrônicas da Avenida Salgado Filho, em frente à Igreja Universal, e da Avenida Hermes da Fonseca, em frente ao Hospital do Exército,  foram os dois equipamentos retirados recentemente.

Júnior SantosAntiga lombada na avenida Hermes da Fonseca  foi substituída por um bandeirão para registrar a velocidade em três faixas e não somente em duasAntiga lombada na avenida Hermes da Fonseca foi substituída por um bandeirão para registrar a velocidade em três faixas e não somente em duas
No primeiro caso, a fiscalização foi totalmente retirada visto que não há mais necessidade de um aparelho que limite a velocidade dos carros no local. Segundo o secretário adjunto de trânsito da Semob, Haroldo Maia, o aumento do número de veículos que trafegam pelo local é o próprio limitador da velocidade dos carros. “Quando a lombada foi colocada ali, não havia ainda a passarela e o tráfego de pedestres era muito intenso, então havia necessidade, mas agora os pedestres passam pela passarela e o fluxo de veículos impede que o motorista dirija muito acelerado”, disse.

Já no segundo exemplo, foi feita uma substituição. A lombada deu lugar a um “bandeirão” porque vai registrar a velocidade dos carros nas três faixas, e não apenas em duas como era feito antes. Para Haroldo Maia, a fiscalização é essencial no local. “Foi uma solicitação dos funcionários do Hospital de Guarnição por causa da entrada do hospital e porque existe a travessia de pedestres ali na frente”, disse.

A preocupação de alguns motoristas é que o trânsito fique mais lento já que um pouco à frente da entrada do Hospital existe um sinal de trânsito e, com isso, os veículos precisariam diminuir a velocidade duas vezes. Mas segundo Haroldo Maia, o radar não será empecilho. “Não emperra o trânsito porque quando o motorista sai da Alexandrino (de Alencar), ele tem como desenvolver uma velocidade maior já que não tem cruzamentos pela área, mas vai ter que reduzir a velocidade na faixa e o radar é uma forma de auxiliar isso”, disse.

Quanto ao planejamento de uma fiscalização na entrada de outras unidades de saúde como o Hospital Varela Santiago e a Maternidade Januário Cicco, Haroldo Maia disse não haver necessidade já que, nos dois locais, o volume do tráfego também impossibilita o motorista de desenvolver uma velocidade maior.

Prefeitura registra 68.073 autuações em sete meses

Em entrevista à TRIBUNA DO NORTE no dia 23 de julho, Haroldo Maia informou que antes de se instalar qualquer equipamento eletrônico, é feito um estudo de necessidade e estrutura do local. Segundo ele, as ruas da capital potiguar sob jurisdição da Semob contam com quatro radares, nove lombadas e 15 fotossensores, que nos primeiros sete meses de 2009 registraram 68.073 autuações por excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho ou parada em cima da faixa de pedestres. O secretário adjunto informou ainda que a Prefeitura gasta R$86 mil por mês com o aluguel dos equipamentos.

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comentários

danseveriano@...05/11/2009 @ 00h16
Esse secretário é esperto que é uma beleza.. Natal tem quase 5000 veículos novos por mês.. Já não basta o trânsito emperrado por conta do excesso de veículos e falta de novas vias e ainda vem com essa de lombada eletrônica só porque ali tem uma reta? SABICHÃO!
georgehac@...05/11/2009 @ 09h39
Foram simplesmente 68073 autuações em apenas 7 meses, se fizermos uma continha básica aqui veremos que se cada infração custou em média pro motorista R$100,00 então teremos uma arrecadação de R$6.807.300,00(seis milhões oitocentos e sete mil e trezentos reais); descontando o aluguel mensal dos equipamentos R$86.000,00 x 7 meses = R$602.000,00 sobram para os cofres públicos nada mais nada menos que R$6.205.300,00(SEIS MILHÕES DUZENTOS E CINCO MIL E TREZENTOS REAIS) e isso é livre de: PIS, COFINS, IR, IPI, ETC. Não gera empregos diretos e os indiretos são irrisóriosÉ UMA INDÚSTRIA RENTÁVEL OU NÃO É???É por essas e outras que nos faz pensar no real interesse dos governantes em querer educar o motorista p/ que ele pratique menos infrações e diminua a violência no trânsito. ..
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