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Natal, 12 de Fevereiro de 2012 | Atualizado às 01:56

Semsur apreende mercadoria de camelô e causa tumulto no Alecrim

Publicação: 18 de Maro de 2010 às 16:54
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Júnior SantosAmbulante teve mercadoria apreendida por não ter permissão para trabalhar no localAmbulante teve mercadoria apreendida por não ter permissão para trabalhar no local
Uma ação da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) provocou tumulto na tarde desta quinta-feira (18), na avenida Presidente Bandeira, no Alecrim. Um camelô foi notificado e teve a sua mercadoria apreendida pelos fiscais por não ter permissão para trabalhar no local. O vendedor criticou a postura dos membros da Prefeitura, que tiveram o apoio também da Guarda Municipal.

Ednaldo Pedro dos Santos trabalha como ambulante no Alecrim há dois anos e vendia camisetas no local. De acordo com o vendedor e alguns populares, ele não tinha ponto fixo e costumava circular com sua mercadoria pela área. No entanto, a Semsur afirmou que o motivo para a apreensão das 355 camisetas do camelô é que ele não tinha autorização para trabalhar em um ponto fixo, e era o que ocorria com Ednaldo Pedro dos Santos.

"Ele já foi notificado várias vezes, mas continuou trabalhando de forma irregular. Ele tinha a autorização para ser vendedor ambulante, mas não ficar com ponto fixo na calçada. Por isso apreendemos a mercadoria, mas ele poderá retirá-la indo à Semsur e fazendo a regularização de sua situação", garantiu Rosenildo Cordeiro, coordenador do setor de remoção e Apreensão da Semsur.

O ambulante contestou a versão da Semsur e disse que não mantinha ponto fixo. "Eu só estava parado descansando porque estou com meu joelho machucado", garantiu o camelô. contudo, os fiscais da Semsur rebateram a versão do vendedor. "Ele está errado e queria jogar a população contra nós, fiscais. Mas ele não conseguiu. Ele tinha ponto fixo e deveria ter deixado o local quando foi notificado pela primeira vez", disse Rosenildo Cordeiro.

Além da ação no Alecrim, a Semsur vem percorrendo diversos pontos onde camelôs ocupam de maneira irregular calçadas ou ruas na cidade. A intenção da Prefeitura, de acordo com os fiscais, é orientar os ambulantes, e não recolher mercadorias. "Primeiramente fazemos a notificação e pedimos para que eles regularizem a situação na Semsur. É simples. Basta ir lá e regularizar a situação, que devolvemos a mercadoria", finalizou o fiscal.

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comentários

cpinheirorosa@...18/03/2010 @ 21h02
é assim, natalense pobre nao pode, agora chines, pode tudo. abre loja sem pagar um real de imposto, taxa p. nenhuma, nao da nota, vende produto falso, etc.... agora duvido a tribuna fazer uma reportagem, nem que seja uma notinha de rodapé, sobre essa cambada de chines que ta invadindo natal. agora faça...
uchoa.natal@...18/03/2010 @ 20h48
Vota na borboleta.............. KKk...estes fiscais são destreinados a interagir com as pessoas.....Isso é uma sacanagem...o cara por não ter ponto fixo era proibido de parar...se parar vai preso...Poxa bicho isso é Brasil...e essaa borboleta de asa quebrada não aparece nem para dar satisfação....
leao_elj@...18/03/2010 @ 17h56
O bom é que ele estava trabalhando, pior se ele estivesse roubando!... Nem sempre o que é justo é o que está escrito na Lei! É deplorável e absurda uma postura dessas, tirar o trabalho da mão de um pobre! PENA! (Parabéns as aversas, aos fiscais que fizeram esta proeza!)
raf1ang-cidadao@...06/04/2010 @ 15h57
O vendedor ambulante não roubou, está trabalhando, se trabalhar é crime, então o que nos resta? Esse negócio de regularizar a situação na Samsur não é nada símples. Chega lá eles te cobram uma multa que vale dez vezes o valor da mercadoria aprendida, è puro roubo, más eles podem , né. È roubo legalizado. Todo mundo já começou de baixo um dia, se não foi tu, foi teu pai, ou teu avô que foi camelô ou mascateiro...Deviam respeitar mais essaa classe, pois estão procurando melhorar de vida o mais honestamente possivel, ai vem empresário q um dia tb subiu de baixo querer proibir o q ele tb um dia fez para subir na vida? ai não da , né? Por ísso q a bandidagem tá ás portas, é muita pressão em cima do pobre.
Tribuna do Norte