Após audiência realizada na tarde dessa quinta-feira, dia 14, no Tribunal Superior do Trabalho entre as empresas Shell e Basf e seus trabalhadores contaminados em uma indústria no interior paulista, os empresários oferecem um fundo de R$ 50 milhões para tratamento médico das epssoas afetadas. O valor pedido inicialmente era de R$ 1 bilhão.
O processo que vem desde 2007 e é considerado o maior da Justiça do Trabalho, gira em torno de um caso de contaminação de trabalhadores em indústria de Paulínia, no interior do estado de São Paulo. Com as discussões suspensas durante a tarde de ontem, uma nova audiência está marcada para a próxima terça-feira (19), no Ministério Público do Trabalho.
O Ministério Público, assim como sindicatos de trabalhadores, cobram reparação pela contaminação tóxica. Nas primeira e segunda instâncias as empresas foram condenadas a pagar tratamento médico aos trabalhadores e familiares, danos morais e danos materiais, com valor aproximado em R$ 1 bi.
Na reunião de ontem os empresários propuseram um fundo de R$ 50 milhões, para que as próprias vítimas administrem seus tratamentos, podendo ser reajustado o valor do fundo, caso necessário. A Shell e a Basf garantem também a disponibilidade de hospitais para atendimentos emergenciais.
De acordo com a proposta, as indenizações devem ser cauculadas conforme tempo de trabalho para cada vítima. A média por grupo familiar varia entre R$ 120 mil e R$ 330 mil. A empresa deve indenizar 884 trabalhadores, mas o Ministério Público do Trabalho acredita num número superior, totalizando 1.068.
Os empregadores não apresentaram nenhuma proposta para indeinização por danos morais coletivos, sugerindo entendimento do TST para esses casos. Foi sugerido ainda uma alternativa de pagamento para as famílias que preferirem não receber o tratamento médico, além da possibilidade de abrir negociações individuais caso o acordo geral não seja acatado.
A audiência do dia 19 no MPT tentará superar essas questões e uma nova audiência está marcada para o dia 28. Caso não chegue a um acordo, o mediador do caso e presidente do TST, João Oreste Dalazen, apresentará a proposta de conciliação.
O processo que vem desde 2007 e é considerado o maior da Justiça do Trabalho, gira em torno de um caso de contaminação de trabalhadores em indústria de Paulínia, no interior do estado de São Paulo. Com as discussões suspensas durante a tarde de ontem, uma nova audiência está marcada para a próxima terça-feira (19), no Ministério Público do Trabalho.
O Ministério Público, assim como sindicatos de trabalhadores, cobram reparação pela contaminação tóxica. Nas primeira e segunda instâncias as empresas foram condenadas a pagar tratamento médico aos trabalhadores e familiares, danos morais e danos materiais, com valor aproximado em R$ 1 bi.
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De acordo com a proposta, as indenizações devem ser cauculadas conforme tempo de trabalho para cada vítima. A média por grupo familiar varia entre R$ 120 mil e R$ 330 mil. A empresa deve indenizar 884 trabalhadores, mas o Ministério Público do Trabalho acredita num número superior, totalizando 1.068.
Os empregadores não apresentaram nenhuma proposta para indeinização por danos morais coletivos, sugerindo entendimento do TST para esses casos. Foi sugerido ainda uma alternativa de pagamento para as famílias que preferirem não receber o tratamento médico, além da possibilidade de abrir negociações individuais caso o acordo geral não seja acatado.
A audiência do dia 19 no MPT tentará superar essas questões e uma nova audiência está marcada para o dia 28. Caso não chegue a um acordo, o mediador do caso e presidente do TST, João Oreste Dalazen, apresentará a proposta de conciliação.