A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), através da IV Unidade Regional de Saúde Pública (Ursap), está acompanhando a situação do desastre ambiental que ocasionou a grande mortandade de peixes no município de Lagoa Nova. As vigilâncias Sanitária, Ambiental e Epidemiológica da IV Ursap, com sede em Caicó, estiveram em Lagoa Nova na manhã dessa quinta-feira (7) e orientaram as autoridades do município em relação à retirada e destinação dos peixes mortos.
De acordo com Iraci Nestor, subcoordenadora de Vigilância Ambiental da Sesap, a prefeitura de Lagoa Nova já estava providenciando a retirada dos animais. "A equipe da Ursap orientou o acondicionamento destes peixes com a escavação de uma vala com 2 metros de profundidade e num terreno elevado, que irá sanar o problema do mau cheiro e evitar que outros animais se aproximem", explicou.
A lagoa já está totalmente interditada e a recomendação é para que a prefeitura do município continue fazendo a manutenção e retirada dos peixes diariamente já que, com a estiagem na região, a tendência é que a lagoa evapore e mais peixes mortos apareçam.
As análises dos profissionais da Sesap foram feitas, no primeiro momento, por observação e constatou-se a morte por falta de oxigênio na água, tendo em vista as consequências da seca, que reduziu o volume do líquido na lagoa.
Como o reservatório recebe esgoto tratado da cidade, ela já não era utilizada para consumo pela população local. Porém, com essas mortes de peixes, a Sesap recomenda que as pessoas evitem as proximidades da lagoa, assim como procurar manter os animais criados distante do ambiente.
Iraci Nestor afirma que o contato físico com os animais em decomposição pode causar intoxicações, devido a substâncias tóxicas que possivelmente os peixes exalem. E, o consumo desses peixes é totalmente contra indicado, já que pode causar intoxicação alimentar, grastrointerite entre outros sintomas.
O Idema também esteve inspecionando o local, mas os técnicos ainda não retornaram com o parecer, já que os especialistas estão atendendo a outras denúncias na região feitas ao órgão.
De acordo com Iraci Nestor, subcoordenadora de Vigilância Ambiental da Sesap, a prefeitura de Lagoa Nova já estava providenciando a retirada dos animais. "A equipe da Ursap orientou o acondicionamento destes peixes com a escavação de uma vala com 2 metros de profundidade e num terreno elevado, que irá sanar o problema do mau cheiro e evitar que outros animais se aproximem", explicou.
A lagoa já está totalmente interditada e a recomendação é para que a prefeitura do município continue fazendo a manutenção e retirada dos peixes diariamente já que, com a estiagem na região, a tendência é que a lagoa evapore e mais peixes mortos apareçam.
As análises dos profissionais da Sesap foram feitas, no primeiro momento, por observação e constatou-se a morte por falta de oxigênio na água, tendo em vista as consequências da seca, que reduziu o volume do líquido na lagoa.
Como o reservatório recebe esgoto tratado da cidade, ela já não era utilizada para consumo pela população local. Porém, com essas mortes de peixes, a Sesap recomenda que as pessoas evitem as proximidades da lagoa, assim como procurar manter os animais criados distante do ambiente.
Iraci Nestor afirma que o contato físico com os animais em decomposição pode causar intoxicações, devido a substâncias tóxicas que possivelmente os peixes exalem. E, o consumo desses peixes é totalmente contra indicado, já que pode causar intoxicação alimentar, grastrointerite entre outros sintomas.
O Idema também esteve inspecionando o local, mas os técnicos ainda não retornaram com o parecer, já que os especialistas estão atendendo a outras denúncias na região feitas ao órgão.