Tomislav R. Femenick - auditor e consultor em gestão hoteleira
Três grandes eventos internacionais estão programados para o Brasil, nos próximos anos: a Jornada Mundial da Juventude católica, ainda este ano; a Copa do Mundo de Futebol, no ano que vem, e as Olimpíadas, em 2016. A copa terá jogos em várias capitais, enquanto que a Jornada católica e as Olimpíadas serão realizadas no Rio de Janeiro, porém espalharão turistas pelo país. O “problema menor” é que a rede hoteleira nacional já está com uma ocupação média de 70% e o crescimento das diárias foi de 17%, no ano passado. O “problema maior” é que há carência de tecnologia hoteleira.
Vamos dividir o imbróglio. O que é tecnologia? É o resultado da junção do capital de produção (maquinas e equipamentos) com a mão de obra treinada. Portando, tecnologia é a maneira como se desenvolve; como se realiza determinada tarefa. Pode ser uma tecnologia de ponta ou uma tecnologia jurássica. O determinante é o nível da tecnologia usada. Assim entendida, a tecnologia não é formada somente por maquinários, equipamentos e utensílios altamente desenvolvidos. Nem tão pouco por técnicos altamente capacitados. Deve haver um perfeito ajuste entre maquinas e equipamentos e mão de obra qualificada, de tal forma que sejam gerados benefícios financeiros para a empresa e satisfação para seus clientes.
Não custa repetir: a tecnologia pode advir do capital humano (com pessoal treinado, com formação acadêmica etc.) ou ainda de duas outras fontes: o maquinário usado nas instalações do hotel e dos processos de trabalho; das maneiras como os serviços são desenvolvimento. É importante, ainda, salientar que a tecnologia é resultado das diferentes maneiras possíveis de se realizar tarefas e trabalhos, pois a forma como são executadas certas atividades, pode trazer praticidade ou dificuldade, maior ou menor segurança, pode acarretar um maior ou menor custo; lucro ou prejuízo.
Além do mais, de nada adianta possuir ótimos aparelhos e equipamentos sem a manutenção adequada. De nada adianta uma infinidade de máquinas, equipamento, utensílios se as equipes da empresa não estiverem conscientes do trabalho em conjunto e de um bom desempenho. Por isso, ao fazer uso de uma nova tecnologia, deve-se pensar em todos os processos que a envolvem e aplica-la da melhor forma, caso contrário a tecnologia resultará somente em custos. Nos dias de hoje, com a presença da globalização em todos os setores, é impossível se pensar em qualquer área de negócio sem levar em conta o fator tecnologia.
Essa consideração torna-se mais importante ainda quando se refere à área hoteleira, que é dependente de recursos tecnológicos em seus diversos setores, tais como: reservas, recepção, meios de hospedagem, alimentos e bebidas, controle dos estoques, dos ativos imobilizados, dos custos e assim por diante. Apesar da grande importância da tecnologia, nosso país ainda deixa muito a desejar quanto à implantação de tecnologia hoteleira. O maior exemplo disso é que o Sistema Uniforme de Contabilidade para Hotéis é usado em poucos estabelecimentos hoteleiros, apesar de ser usado nos Estados Unidos e no mundo desde a década de 20 do século passado.
Tratando-se de novas tecnologias usadas em hotéis, podemos verificar os diferentes tipos de tecnologias presentes nas diversas categorias e tipos de hotéis. Certamente deverá haver diferenças de tecnologia. Uma pousada não pode usar da mesma tecnologia de um hotel de negócios, e este não irá usar a que um resort utiliza; que seria bem diferente da de um motel, e assim por diante. Pequenos hotéis não dever fazer uso de muita tecnologia via equipamentos e utensílios, contariam mais com a tecnologia relacionada com o nível técnico da mão de obra. Já os grandes hotéis necessitariam de equipamentos eficientes para substituir boa parte do trabalho humano, oferecendo a seus hóspedes mais rapidez, melhor qualidade e conforto, uma vez que a demanda seria maior e mais exigente em comparação com o público de um estabelecimento menor.
De modo geral, o custo do fator tecnologia é baixo quando se considera os benefícios que são obtidos. Por exemplo, com os softwares mais modernos o número de funcionários na recepção pode ser otimizado e, em estabelecimentos menores, a área de reservas pode ficar por conta do setor de recepção. O melhor exemplo é o setor de telefonia. As telefonistas foram substituídas por equipamentos modernos que controlam as ligações dos hospedes, podem ser programados para despertá-los, tarifam as ligações sem precisar intervenção humana, têm correio de voz etc.
Três grandes eventos internacionais estão programados para o Brasil, nos próximos anos: a Jornada Mundial da Juventude católica, ainda este ano; a Copa do Mundo de Futebol, no ano que vem, e as Olimpíadas, em 2016. A copa terá jogos em várias capitais, enquanto que a Jornada católica e as Olimpíadas serão realizadas no Rio de Janeiro, porém espalharão turistas pelo país. O “problema menor” é que a rede hoteleira nacional já está com uma ocupação média de 70% e o crescimento das diárias foi de 17%, no ano passado. O “problema maior” é que há carência de tecnologia hoteleira.
Vamos dividir o imbróglio. O que é tecnologia? É o resultado da junção do capital de produção (maquinas e equipamentos) com a mão de obra treinada. Portando, tecnologia é a maneira como se desenvolve; como se realiza determinada tarefa. Pode ser uma tecnologia de ponta ou uma tecnologia jurássica. O determinante é o nível da tecnologia usada. Assim entendida, a tecnologia não é formada somente por maquinários, equipamentos e utensílios altamente desenvolvidos. Nem tão pouco por técnicos altamente capacitados. Deve haver um perfeito ajuste entre maquinas e equipamentos e mão de obra qualificada, de tal forma que sejam gerados benefícios financeiros para a empresa e satisfação para seus clientes.
Não custa repetir: a tecnologia pode advir do capital humano (com pessoal treinado, com formação acadêmica etc.) ou ainda de duas outras fontes: o maquinário usado nas instalações do hotel e dos processos de trabalho; das maneiras como os serviços são desenvolvimento. É importante, ainda, salientar que a tecnologia é resultado das diferentes maneiras possíveis de se realizar tarefas e trabalhos, pois a forma como são executadas certas atividades, pode trazer praticidade ou dificuldade, maior ou menor segurança, pode acarretar um maior ou menor custo; lucro ou prejuízo.
Além do mais, de nada adianta possuir ótimos aparelhos e equipamentos sem a manutenção adequada. De nada adianta uma infinidade de máquinas, equipamento, utensílios se as equipes da empresa não estiverem conscientes do trabalho em conjunto e de um bom desempenho. Por isso, ao fazer uso de uma nova tecnologia, deve-se pensar em todos os processos que a envolvem e aplica-la da melhor forma, caso contrário a tecnologia resultará somente em custos. Nos dias de hoje, com a presença da globalização em todos os setores, é impossível se pensar em qualquer área de negócio sem levar em conta o fator tecnologia.
Essa consideração torna-se mais importante ainda quando se refere à área hoteleira, que é dependente de recursos tecnológicos em seus diversos setores, tais como: reservas, recepção, meios de hospedagem, alimentos e bebidas, controle dos estoques, dos ativos imobilizados, dos custos e assim por diante. Apesar da grande importância da tecnologia, nosso país ainda deixa muito a desejar quanto à implantação de tecnologia hoteleira. O maior exemplo disso é que o Sistema Uniforme de Contabilidade para Hotéis é usado em poucos estabelecimentos hoteleiros, apesar de ser usado nos Estados Unidos e no mundo desde a década de 20 do século passado.
Tratando-se de novas tecnologias usadas em hotéis, podemos verificar os diferentes tipos de tecnologias presentes nas diversas categorias e tipos de hotéis. Certamente deverá haver diferenças de tecnologia. Uma pousada não pode usar da mesma tecnologia de um hotel de negócios, e este não irá usar a que um resort utiliza; que seria bem diferente da de um motel, e assim por diante. Pequenos hotéis não dever fazer uso de muita tecnologia via equipamentos e utensílios, contariam mais com a tecnologia relacionada com o nível técnico da mão de obra. Já os grandes hotéis necessitariam de equipamentos eficientes para substituir boa parte do trabalho humano, oferecendo a seus hóspedes mais rapidez, melhor qualidade e conforto, uma vez que a demanda seria maior e mais exigente em comparação com o público de um estabelecimento menor.
De modo geral, o custo do fator tecnologia é baixo quando se considera os benefícios que são obtidos. Por exemplo, com os softwares mais modernos o número de funcionários na recepção pode ser otimizado e, em estabelecimentos menores, a área de reservas pode ficar por conta do setor de recepção. O melhor exemplo é o setor de telefonia. As telefonistas foram substituídas por equipamentos modernos que controlam as ligações dos hospedes, podem ser programados para despertá-los, tarifam as ligações sem precisar intervenção humana, têm correio de voz etc.