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Mossoró: advogada das famílias pede acesso a imagens para comprovar que foragidos não foram mortos

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A advogada das famílias dos dois presos foragidos da Penitenciária Federal de Mossoró entrou com uma ação na Justiça Federal pedindo acesso às imagens da fuga. A petição alega que as gravações comprovariam a fuga e que os apenados não teriam sido mortos dentro do presídio de segurança máxima. A ação foi ingressada nessa sexta-feira (16) na Vara Federal de Mossoró.

Como argumento, a petição menciona a morte do traficante Elias Maluco, em 2020 no presídio federal de Catanduva, no Paraná. A posição da administração penitenciária é que ele cometeu suicídio, mas a versão é contestada na Justiça pela família dele.

O documento que pede o acesso às imagens é assinado pela advogada Flávia Fróes, presidente do Instituto Anjos da Liberdade, que trabalha pela garantia dos direitos humanos para detentos.

Fugitivos

Os apenados que fugiram da Penitenciária Federal de Mossoró são são Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, e Deibson Cabral Nascimento, de 33 anos, ligados à facção criminosa Comando Vermelho. A fuga ocorreu na última quarta-feira (14).

A dupla foi a primeira da história a conseguir fugir de uma unidade do sistema penitenciário federal, considerado de segurança máxima.

Rastros dos dois foram encontrados por policiais, na madrugada dessa sexta-feira, nas imediações da Serra Mossoró, que também está próxima da localidade de Rancho da Caça, onde uma casa foi furtada na manhã da última quinta-feira (15) (crime do qual os foragidos são suspeitos).

Um força-tarefa que conta com apoio de helicópteros e drones trabalha com a hipótese de que os fugitivos estão em um perímetro de 15 quilômetros de distância do presídio, na zona rural de Mossoró.

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