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Os caminhos da sustentabilidade para o bem viver

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Danielle Mafra
Executiva em Sustentabilidade, Diversidade e Responsabilidade Social (ESG) e Secretária Executiva do município de Natal/RN

Durante o I Fórum de Desenvolvimento sustentável e ESG do RN, falei sobre a importância da liderança na gestão pública para transformação nas cidades, citando cases mundiais, nacionais, regionais e até estratégias locais.


Impossível não retratar o caso da Dinamarca famosa por ser um dos locais mais sustentáveis do planeta, sendo considerada um modelo de sustentabilidade e consciência ambiental. Sua capital Copenhague é considerada uma das cidades com os mais altos padrões de qualidade de vida, devido ao seu interesse em promover espaços públicos e condições sociais como parte de suas prioridades, alinhados com a iniciativa privada que assume papeis importantes nesse cenário.


É importante destacar que o ponto forte do plano de políticas de sustentabilidade foi o alto investimento na conscientização para todos os cidadãos. Por meio de estratégias conscientizadoras voltadas ao desenvolvimento sustentável e alinhadas aos 17 ODS da ONU foi que a Dinamarca conseguiu elevar os níveis de consciência ambiental da população do país para que todos compreendessem as etapas subsequentes e se envolvessem no processo.


Noções de participação, diálogo, colaboração, responsabilidade social e distribuição de riqueza (ou valor compartilhado) – todos os temas em torno dos quais o movimento moderno da sustentabilidade é construído – são relativamente naturais para os dinamarqueses.


Outro ponto do exemplo Dinamarquês é que eles se consagram pelas políticas energéticas ativas e PERSISTENTES; e com a consciência elevada, a própria população dinamarquesa estabeleceu como meta atingir a neutralidade de CO2 até o ano de 2025.


Os governos inteligentes que estão investindo em conscientização, conseguem o engajamento e a participação da população nos programas de sustentabilidade e conservação do meio ambiente. Como resultado, colhem os lucros! Ou seja, para o bem viver, o lucro com propósito e o impacto real no planeta, todos os agentes precisam estar envolvidos nesta transformação!

Os artigos publicados com assinatura não traduzem, necessariamente, a opinião da TRIBUNA DO NORTE, sendo de responsabilidade total do autor.

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