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Porque utilizar a Inteligência Artificial nos negócios

Rosângela Moreno
Especialista em Inteligência de Mercado, Inovação e Marketing

Nos bastidores da economia global, uma força transformadora vem moldando o panorama empresarial como nunca antes visto: a Inteligência Artificial (IA). Longe de ser apenas uma tendência passageira, a IA tem se estabelecido como o catalisador primordial da eficiência, inovação e competitividade nas empresas ao redor do mundo.
Através da capacidade de processamento e análise de dados em escala exponencial, a IA não apenas otimiza a produção industrial, mas também impulsiona a agilidade nas operações e catalisa a criatividade no desenvolvimento de soluções futuras. Cada pais, guiado por suas necessidades prementes e pela determinação de investimento, está moldando seu próprio futuro sob a influência inegável da IA.
Nesse cenário de progresso incessante, o debate em torno dos benefícios e desafios da IA ecoa nas salas de reuniões e corredores das corporações mais influentes do globo. Enquanto alguns enxergam na IA um aliado indispensável para alcançar novos patamares de excelência, outros ponderam sobre os desafios éticos e sociais que acompanham esse avanço tecnológico.
No horizonte do progresso tecnológico, a Inteligência Artificial (IA) emerge como a força motriz que está redefinindo os limites do possível. Nessa jornada visionária, a segunda onda da IA Generativa desponta como uma das mais promissoras tendências, dotada da capacidade ímpar de absorver intricados padrões comportamentais a partir de vastos conjuntos de dados. Seu impacto já se faz sentir nos mais diversos setores econômicos, prometendo revolucionar desde o desenvolvimento de software até os domínios do marketing e da moda.
Nos bastidores dessa revolução tecnológica, gigantes da indústria como Google, Open AI e Microsoft assumem papéis de destaque. Suas estratégias globais de implementação da IA não apenas pavimentam o caminho para novas conquistas, mas também oferecem um suporte crucial na formulação de estratégias tanto para o setor público quanto para o privado. No entanto, emerge uma clara consciência dos desafios iminentes: a fragilidade diante da disseminação instantânea de “fake news” e a potencial criação de realidades fictícias, suscitando debates acalorados sobre os impactos futuros na economia.
Para compreender o cerne dessas IA Generativas, é essencial traçar sua evolução ao longo do tempo. O ponto de partida remonta às pesquisas pioneiras conduzidas pela OpenAI, o renomado laboratório por trás do emblemático CHAT GPT. Inicialmente concebida como uma entidade sem fins lucrativos em solo estadunidense, a OpenAI deu um salto transformador em 2019 ao se tornar a OpenAI Incorporated (OpenAI Inc.), organização com fins lucrativos, impulsionando seu potencial de capação de recursos e desenvolvimento. Desde então, seus marcos revolucionários, têm pavimentado o caminho para uma nova era de interação homem-máquina.
Em 2020, anunciou o GPT-3, para responder perguntas em linguagem natural. Em 2021 o DALL-E para geração de imagens digitais a partir de descrições. E em 2022 lança o famoso ChatGPT, um chatbot para desenvolvimento de conteúdo a partir de prompts de comando. Em 2023 chega o chat GPT-4 e o Chat GPT Plus. Em 2024 chegou o Sora, modelo de IA de texto para vídeo.
Paralelamente, a Microsoft emerge como protagonista incontestável nessa narrativa de inovação. Desde a criação do motor de busca Microsoft Bing em 2009 até o lançamento do Copilot, seu assistente virtual inteligente, a empresa tem demonstrado um compromisso inabalável com o avanço da IA. Desenvolvido em colaboração com a OpenAI, o Copilot personifica a multifuncionalidade da IA, capacitando usuários a realizar desde tarefas simples até operações complexas.
Se mantendo relevante, a Google destaca-se com sua mais recente incursão na vanguarda da IA. O lançamento do Gemini, uma tecnologia multimodal integrada ao revolucionário robô Bard, que representa um marco na abordagem da empresa para desenvolvedores e empresas.
Em meio a essas inovações exponenciais, é inegável que muito ainda precisa ser explorado, aprendido e debatido. A busca por soluções éticas para os dilemas contemporâneos do uso da tecnologia no mercado corporativo é um imperativo moral que define o próximo capítulo dessa saga tecnológica. À medida que nos encaminhamos para um futuro cada vez mais permeado pela inteligência artificial, é crucial manter um olhar crítico e uma visão humanista, assegurando que esse progresso seja um instrumento para o bem comum e a prosperidade global.

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