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Quase 2024… e agora?

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Rosângela Moreno
Mestre em Administração, Professora Universitária, Inteligência de Mercado, Especialista em Gestão estratégica e Educação Corporativa

Em tempos de analisar 2023, ano desafiador para grande maioria dos negócios, pós pandemia, perspectiva de alavancar resultados, mas o que será que aconteceu? Agora avaliar números, metas e resultados.
Pensando em 2023, onde aconteceram inúmeros impulsionamentos de negócios com base tecnológica, e início de processo de introdução de algumas IAs nas nossas vidas pessoais e corporativas, pode-se considerar que as IAs já são uma realidade para muitos, e gerir os negócios com base em pesquisas e dados tornou-se um importante alavancador dos resultados e das estratégias corporativas.


Das novas tendências que a tecnologia apresentou neste ano, e talvez a que gerou maior repercussão foi a inteligência artificial as conhecidas IAs, mas o interessante é que o termo inteligência artificial, não é novo, nasceu em 1956 no encontro de Dartmouth, onde os pesquisadores construíram sistemas que manipularam símbolos, e posteriormente ampliaram os estudos para desenvolver a inteligência nas máquinas. Neste contexto, os autores e estudiosos de IA, inter-relacionam os sistemas clássicos a aquisição do conhecimento e a pesquisa, na tentativa de simular a capacidade humana de pensar, aprender, raciocinar, interpretar e tomar decisões. Tal percepção significa que a IA, se propõe a simplificar a vida cotidiana, trazendo a humanização da tecnologia, e proporcionando facilitadores de execução de serviços, que auxiliam no ganho de tempo de execução das tarefas, e solucionam problemas corriqueiros, organizando e simplificando as atividades do dia a dia, sejam pessoais ou profissionais.


Nas empresas, a IA atrelada a tecnologia da informação e comunicação (TIC’s) vem promovendo fortemente uma importante mudança cultural e social, seja no processo de produção ou na forma de consumo de bens e serviços. Neste sentido, para as organizações, a garantia da entrega de produtos e serviços de forma rápida, eficaz e inovadora, apresenta um importante diferencial competitivo, em um mercado latente, cada vez mais globalizado, que já considera a qualidade como obrigação. O desafio é entender o impacto na sociedade em geral no cotidiano das organizações, para que sejam desenvolvidos sistemas e ferramentas visando solucionar problemas complexos, que venham a auxiliar a área das finanças, pesquisas, produção, gestão, capital humano, operações, marketing e vendas. Os recursos técnicos de base tecnológica são inúmeros na prática, e vão desde solucionar problemas, compreender e reproduzir linguagem e fala natural, visão e robótica, tradução de linguagem de voz, curadoria de conteúdos, corrigir e criar textos, auxiliar a leitura de indicadores, produzir e ler relatórios, contratação de pessoal, auxílio no desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços, também são incontáveis as plataformas disponíveis, sendo algumas das mais populares o Chatbot, Bing, Connected Papers, Consensus, Perplexity, Chatsonic, Pictory, Rasa, Dream, Koala writer, enquanto outras se proliferam dia a dia. Porém, para quem ainda não se rendeu as IAs, a implantação destes projetos se definem a partir do recurso necessário, dentre os múltiplos existentes, e que ainda irão surgir, se faz necessário entender o propósito da organização, as definições prévias de onde se pretende chegar e suas métricas de performance, perpassando pelo entendimento dos processos organizacionais, enquanto os questionamentos desta utilização, ficam por conta da importante pauta a cerca da ética, autoria, criatividade, conhecimento técnico, segurança de dados e compliance. Agora vale pensar o que levaremos destas lições para 2024.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem, necessariamente, a opinião da TRIBUNA DO NORTE, sendo de responsabilidade total do autor.

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