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Super Matutão Vip

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Rubens Lemos Filho

A Federação anuncia de setembro a dezembro, o Super Matutão com seleções interioranas. Insuperável mesmo é o release oficial ou o afago de quem escreveu assim: “Para valorizar ainda mais o futebol potiguar, a Federação promove o Super Matutão.” Imagine se houvesse gozação no  terreiro em que todos estão na Série D, na masmorra, na cova profunda da bola.

O Matutão surgiu com Everaldo Lopes, o saudoso colunista cujo lugar ocupo procurando honrar sua história. Se é Super Matutão, por que não permitir que ABC(representando a seleção de Metade de Parnamirim/Pium), o América, ostentando a briosa camisa de Japecanga, o Globo trajando uniformes de Ceará-Mirim e o Alecrim lembrando o passado, jogando por Macaíba, possam participar? Potiguar e Baraúnas defenderiam Mossoró. Nada mais justo, nada mais lógico, nada mais real e respeitoso com o torcedor. Cumpra-se.

Teymar
De tanto não que vem recebendo, o insuportável Neymar poderia trocar o N da inicial pelo T. Ninguém quer vê-lo em grandes times. É uma maçã estragada. Briola, técnico do Estanciano de Sergipe, também não aceita. Está satisfeito com Guabiroba, seu ponta-direita. Tem 38 anos e dribla sempre para a frente.

Jussier e o tempo
Sacudindo a pasmaceira do futebol desmoralizado em Natal, o ex-presidente Jussier Santos usou sua paciência para destinar golpes de esgrima contra a família Rocha, adversária desde a Turma do Muro nos anos 1960/70. A Turma do Muro era formada por corneteiros na calada da noite na então esfuziante sede social babilônica.

Troco
Quando Beto Santos, presidente do América, segundo Jussier, eleito contra sua vontade, pediu um pacto na queda do América à 4a Divisão sob seu comando, o ainda apenas conselheiro Eduardo Rocha, rechaçou: “Quem pariu Mateus que balance.” Beto nem sentiu, mas a frase machucou Jussier.

Minha vez

Na Tribuna do Norte, a mínima sensibilidade política enxerga a resposta dois anos depois. Dizer que Eduardo Rocha deveria ser reeleito foi dizer, com palavras sóbrias, que ele cuide do que fez de no clube, mantendo-o na Série D. Ou, balance o seu Mateus.
Comigo não
Eduardo Rocha não passou recibo na fustigada de Jussier Santos e já disse que não será, nem por cima de pau nem de pedra, presidente do clube. Houve quem apostasse, pela hostilidade explícita, a sugestão de Eduardo para o próprio Jussier ser candidato. Uma frase terminou sintomática de contra-ataque: “Não sou candidato, talvez pela alegria de muitos e tristeza de poucos”.
Vem mais
Apimentando a refrega, Jussier Santos não aceita o nome do também ex-presidente, atual líder do Conselho Deliberativo e desembargador aposentado, José Rocha, pai de Eduardo Rocha, para o estádio novo. Defende opções como Arena América ou dirigentes falecidos: Dilermando Machado, Henrique Gaspar e o desembargador José Gomes da Costa. “Nem votado no Conselho, esse assunto foi”. É quando ele dá nome  à vaidade tocada de efeito. Subliminar.

Solução
O conselheiro Leonardo Bezerra, apontado como solução caseira, deve melhorar o vocabulário rebuscado das redes sociais. Falar o futebolês comum. Linguagem de palestra coach não ajeita o América.

Beto Cabral

Se confirmada a demissão solitária do professor Beto Cabral no ABC, ele terá agido com a emoção acima do racional.  Não pode ficar vulnerável mesmo quando se sabe que ele foi peça de uma engrenagem sem funcionar. Nem dar margem a ser único responsável.

Clécio

Que saiam todos, até mesmo Clécio Santos, da parte administrativa e intocável e que sequer repararam que continua no ABC desde o rebaixamento da B para a C. Esse conhece de queda. A cada dia, destampa um buraco no alvinegro.

Ítalo
O comentarista Ítalo Abreu sai da TV União. Dirigente esportivo de sucesso no futsal, encantou-se com o futebol e formou-se em jornalismo. Ítalo é persistente, lutador, mas deve entender que na jornada da mídia esportiva, há conflitos. E que somos nada sem veículo. Saiu triste. Manoel Ramalho, da TV União, sabe que pode contar com o mesmo espaço caso queira expor seus motivos.

Alento
Humilhado no tapete natural, o ABC aposta nos carpetes do STJD. Quem não ganha na bola, não merece ganhar em nenhuma instância. Se o ABC vencer na Justiça, será o triunfo dos incompetentes.

Quando era bom

Ao estrear  no Campeonato de 1968, que venceu invicto, o Alecrim enfiou 5×0 no extinto Atlético, o Moleque Travesso, com 2.119 pagantes no Estádio Juvenal Lamartine. O verde do Alecrim cintilava vitória e terror nos adversários. Foram três do artilheiro Icário, um de Zezé e outro do ponta de lança(meia-atacante), Elson.

Times

Alecrim:  Eliezer; Luizinho, Miro Cara de Jaca, Cândido e Anchieta; Pedrinho(Estorlando) e Valdomiro; Zezé, Elson(Galdino), Icário e Burunga. O Atlético , também fora de competições hoje, tomou a surra com Ronaldo(Edílson), Murilo, Paulo, Arlindo e Mário; Nêgo(Ilo) e Orlandinho; Carlinhos, Bozó, Romildo e Hélio.

De primeira 

Sempre.

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