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Justiça nega habeas corpus

Nem detenção domiciliar, nem relaxamento de prisão. A ex-chefe do Setor de Precatórios do Tribunal de Justiça, Carla Ubarana, teve mais um pedido de habeas corpus indeferido pela  Justiça. Atuando como  desembargador substituto, o juiz  Gustavo Marinho, negou a soltura ou substituição de pena ontem pela manhã. Esta é a segunda vez que os defensores de Carla Ubarana não logram êxito com o pedido de habeas corpus em favor da cliente.

 No documento entregue à Justiça, os advogados pleitearam que a prisão domiciliar da principal acusada de desviar recursos do TJ se desse na Casa de Saúde São Lucas, onde ela supostamente passaria por tratamento médico. Isto solicitado, caso o pleito do habeas corpus fosse negado. O juiz observou, entretanto, que o mesmo pedido já havia sido feito indeferido em outra tentativa de soltura julgada no dia 23 de fevereiro passado.

 Carla Ubarana argumentou, na tentativa de retornar ao hospital, que foi transferida para o presídio sem ter recebido alta médica, além de ter argumentando que seu estado de saúde é bastante frágil. Contra a acusada, consta nos autos da peça criminal, um ofício  da Casa de Saúde São Lucas noticiando que ela havia recebido alta no dia 16 de fevereiro, além do depoimento de um médico cardiologista e de um psiquiatra que comprovaram a possibilidade dela sair do hospital sem correr risco de morte.

 Com isto, o juiz Gustavo Marinho  decidiu não mudar o mérito do julgamento anterior do pedido de habeas corpus, mantendo Carla Ubarana detida. Além do pedido de  Ubarana, o juiz analisou o habeas corpus concedido à Cláudia Sueli. Ele ratificou a decisão favorável à acusada de atuar como laranja no esuqema de desvio de recursos da Corte potiguar por entender que a liberdade dela não apresentará risco à sociedade.

O juiz da 7ª Vara Criminal, Armando Ponte, confirmou a apresentação das defesas preliminares dos réus do processo da Operação Judas dentro do prazo estipulado pela Justiça. O magistrado determinou a juntada das peças aos autos e afirmou que as testemunhas de defesa arroladas pelos acusados só serão convocadas caso ele julgue “imprescindível à elucidação dos fatos sob apuração”.

 O juiz solicitou que o acusado Carlos Eduardo Cabral  providencie uma procuração que outorga poderes ao seu advogado de defesa. Além disso, o Ministério Público terá cinco dias para analisar as defesas apresentadas.

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