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Bancada discute destinação de R$ 316 em emendas; Governo quer verba para cirurgias e estrada

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A bancada federal do Rio Grande do Norte está reunida desde as 9h desta quinta-feira (16) para discutir a destinação de R$ 316 milhões em emendas parlamentares que serão indicadas pelos oito deputados federais e três senadores para 2024. No encontro, que ocorre no hotel escola Barreira Roxa, na Via Costeira de Natal, a governadora Fátima Bezerra, o prefeito de Natal, Álvaro Dias, e entidades representativas debatem com os parlamentares as prioridades. Entre as prioridades, o Governo solicitou verba para reduzir a fila de cirurgias eletivas.

Ao todo, os parlamentares podem apresentar até 15 emendas no valor máximo de R$ 21 milhões. De acordo com o coordenador da bancada federal potiguar, deputado federal Benes Leocádio (União), a prioridade na destinação dos recursos tem que ser para obras já em andamento. Ele citou a Barragem de Oiticica, Reta Tabajara, Hospital de Natal e a estrada da produção, entre Cerro Corá e São Tomé. A própria governadora Fátima Bezerra solicitou recursos para o andamento da obra.

Segundo Benes Leocádio, já foram garantidos para a obra R$ 32 milhões, sendo R$ 19 milhões de emendas para este ano, R$ 2 milhões de emenda individual do ex-senador Jean Paul Prates e outros R$ 10 milhões que, de acordo com Benes, foram assegurados pelo senador Rogério Marinho junto ao Ministério da Integração Nacional. Em discurso aos parlamentares, a governadora Fátima Bezerra solicitou mais R$ 31 milhões em emendas para a obra.

“Os projetos estão em fase de aprovação na Caixa, e será uma obra importantíssima, ligando o Potengi à Serra de Santana”, disse Benes Leocádio.

Para a saúde, a governadora disse que há 11 hospitais em reforma no Rio Grande do Norte e que cada parlamentar recebeu um portifólio com as sugestões da Sesap. Segundo ela, a prioridade é o programa Mais Cirurgias, que visa reduzir as filas para cirurgias eletivas no Rio Grande do Norte. De acordo com Fátima Bezerra, todas as emendas estão empenhadas e aplicadas, mas a burocracia fez com que ocorresse o uso dos gastos de forma lenta.

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