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Gonçalves participa de ato pela liberdade na Paulista

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O deputado federal Sargento Gonçalves (PL-RN) diz que a manifestação ocorrida na avenida Paulista, centro de São Paulo, na tarde de domingo (26), “foi uma forma de dizermos, chega de arbitrariedade por parte daqueles que teriam o dever legal e constitucional de proteger a liberdade do povo brasileiro, de proteger os direitos fundamentais”.


“Fomos às ruas em memória de Clezão e em defesa do estado democrático de direito, em defesa da nossa valiosa liberdade, da nossa democracia”, acrescentou o deputado Gonçalves, a respeito da morte de Cleriston Pereira da Cunha, ocorrida no presídio da Papuda, onde estava preso desde os atos de 8 de janeiro em Brasilia.


Segundo Gonçalves, “É uma honra combater ao lado de tantos homens e mulheres de honra, que lutam intensamente pelo nosso país”. Gonçalves externou, nas redes socais, que “estamos em um momento importante, talvez esta seja a mobilização popular mais importante dos últimos tempos”.


Já o deputado General Girão (PL) afirmou: “Não aceitamos ficar “deitados eternamente em berço esplêndido”, a ida às ruas, de forma pacífica e ordeira, sempre foi a nossa atitude”. Como dizia Winston Churchill, continuou Girão: “É melhor lutar por algo do que viver para nada”.


A manifestação lotou trecho da avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Os manifestantes, em sua maioria vestindo verde amarelo ou portando bandeiras do Brasil, tinham como pautas principais a defesa da liberdade, do Estado Democrático de Direito e dos direitos humanos. Houve ainda homenagens a Cleriston Pereira da Cunha. Clezão, como era chamado, morreu no presídio da Papuda. Ele era um dos presos pelos atos de 8 de janeiro.


O evento contou com deputados e senadores como Magno Malta (PL-ES), Marcos Pontes (PL-SP), Jorge Seif (PL-SC), Bia Kicis (PL-DF), Coronel Tadeu (PL-SP), Marcel van Hattem (Novo-RS), Nikolas Ferreira (PL-MG), Gustavo Gayer (PL-GO). Apesar de ter aparecido em vídeo de convocação para o ato, divulgado nos últimos dias, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não participou do ato realizado em São Paulo.


Os manifestantes se concentraram em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), lotando as duas faixas da Avenida Paulista. Em alguns momentos, os manifestantes gritaram palavras de ordem como “Volta Bolsonaro”, “Lula, ladrão seu lugar é na prisão”, “a nossa bandeira jamais será vermelha” e “Fora Xandão”. Nos discursos, parlamentares pediram por justiça no caso dos presos pelos atos de 8 de janeiro, em especial pela morte de Cleriston, e fizeram críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você”, disse o deputado Nikolas, que também pediu aplausos em homenagem a Cleriston.


“Em nome do líder e pastor Malafaia, cumprimento a todos que participaram da belíssima manifestação pela democracia, bem como, pela homenagem ao inesquecível Clériston Pereira da Cunha”, disse Bolsonaro em sua postagem.

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