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Parlamentares do RN prestam apoio a Israel

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A crise no Oriente Médio traz preocupação para os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Styvenson Valentim (Podemos-RN)), que, em suas redes sociais, prestaram solidariedade ao povo de Israel pelo ataques ocorridos no sábado (7), a partir da Faixa de Gaza, controlado pelo grupo terrorista Hamas. 
Styvenson repudiou, veementemente, violência ao povo de Israel
O senador Rogério Marinho classificou de “facínoras  travestidos de defensores do povo palestino, no brutal ataque a civis israelenses”. Para Marinho, “o que pretendem é uma dura reação do Estado de Israel, que gerará mais guerra e instabilidade na região do Oriente Médio”.
Segundo Marinho, que é líder da oposição no Senado da República, o  governo brasileiro “tem o dever moral de repudiar essa ação e denunciar os criminosos que a perpetram”. 
Marinho disse, ainda, que “a violência e o terrorismo sempre foram armas daqueles que não têm argumentos”.
Já o senador Styvenson Valentim, que é quarto secretário da mesa do Senado Federal,  posiciona-se em apoio ao Estado de Israel: “Repudio, veementemente, a violência, e enfatizo a importância de buscarmos o caminho do diálogo como meio de alcançar a paz duradoura”.
Styvenson Valentim disse que o seu apoio ao povo de Israel “é um apelo à unidade global na busca incessante pela paz”.
O senador cearense Eduardo Girão (Novo) manifestou-se no plenário do Senado: “Repudio, não apenas o ataque terrorista do grupo Hamas, mas também repudio o Governo Lula por não ter repudiado esses ataques e não ter citado o grupo Hamas”.
Eduardo Girão questionou como o Brasil, “assim como os cidadãos de bem da nossa nação, uma nação pacífica”, por não ver um ato mais firme deste Governo, nem dos seus ministros a respeito da crise no Oriente Médio. “E ninguém sabe onde anda o Ministro dos Direitos Humanos do Brasil, ante essas atrocidades que todos nós estamos vendo, com famílias sequestradas, crianças, mulheres… Não se vê uma declaração firme contra essa barbárie que está acontecendo lá”.
Girão: “Tratar grupo terrorista como descontentes é fechar os olhos”
“E a gente fica na dúvida: poxa, é porque o grupo Hamas parabenizou o Presidente Lula pela eleição no ano passado? É porque alguns Deputados ligados ao PT, ao PSOL também, tiveram uma reação a uma iniciativa britânica, em 2021, com relação a sanções mais pesadas em cima desse grupo Hamas? A gente fica sem entender isso”, cobrou o senador cearense.
Banho de Sangue
O senador Sérgio Moro (União-PR) considerou que o Hamas, “sem avisos, sem negociações prévias, iniciou uma guerra que vem se apresentando como um banho de sangue”. 
Sérgio Moro disse que “não dá para entender os motivos dessa estratégia homicida contra a população civil. O Hamas pratica, na verdade, a pior das guerras: sequestra não só a população israelense como moeda de troca, levando – segundo relatado pela própria organização – Israel a revidar, matando sequestradores e sequestrados, e põe o povo de Israel em uma escolha difícil”. 
Mas, avaliou Moro, o Hamas “não sequestra só o povo de Israel, a população de Israel, sequestra a própria população palestina. E aqui é importante fazer essa diferenciação: não confundir o Hamas com a população palestina”.
Para Moro, a reação do governo brasileiro lhe “pareceu tímida”, pois embora tenha havido a condenação dos atentados terroristas, houve tergiversação. “É claro que há um desejo, sim, de paz no Oriente Médio, que passa pela existência de dois Estados nos quais as populações possam conviver em paz – a palestina e a israelense -, mas nada justifica, em qualquer contexto, qualquer atentado dessa magnitude”. 
Como presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, o senador Paulo Paim (PT-RS) expressou solidariedade e condolências às famílias das vítimas do conflito em curso na região de Israel e Faixa de Gaza:“Mais de 1,3 mil mortos entre judeus e palestinos. Nada justifica essa matança. Fica aqui a nossa indignação, que eu entendo que é uma indignação global. Quem sofre é a população civil, resultando em vítimas de todas as idades, incluindo homens, mulheres, bebês, crianças, jovens e idosos, além de pessoas sequestradas”.
O deputado federal General Girão (PL-RN) também comentou os ataques do grupo Hamas a Israel. “Tratar grupo terrorista como descontentes é fechar os olhos e ser conivente. Nossa sociedade brasileira é ordeira e pacífica, não tolera esse tipo de enquadramento. Já passou da hora de darmos um basta na situação”, afirmou.
Girão afirmou que o grupo Hamas “é terrorista e tem demonstrado não ter piedade nem com os reféns. As inúmeras vítimas de civis e inocentes é mais uma prova. Paz em Israel e na Palestina”.
Posicionamento do Governo
Em nota, o Itamaraty disse que as partes devem se abster da violência contra civis e cumprir suas obrigações perante o direito internacional humanitário: “O Brasil conclamou todos à máxima contenção para evitar uma escalada, com consequências imprevisíveis para a paz e a segurança internacional. Enfatizou ser urgente desbloquear o processo de paz”.
Segundo o Itamaraty, o governo brasileiro reitera seu compromisso com a solução de dois Estados, “com um Estado Palestino economicamente viável, convivendo em paz e segurança com Israel, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas”.
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