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Rogério sugere que a esquerda ocupe as ruas com suas pautas

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Presidente do PL no Rio Grande do Norte e líder da bancada de oposição no Senado da República, o senador Rogério Marinho voltou a defender o Estado de direito no país: “Nós estamos vivendo um momento em que um espectro ideológico importante da nossa sociedade sofre um ataque sem precedentes. Quem defende, neste país, a direita, a família é alcunhado e rotulado como se fosse um extremista, quem defende a vida desde a concepção é denominado como extrema-direita”.


Rogério Marinho abordou a questão durante pronunciamento, no começo semana. “Quem defende que as drogas não devem ser liberadas, quem defende que a liberdade é um princípio que não pode ser relativizado é rotulado, é alcunhado de extremista. Como tal é tratado, inclusive, com a supressão dos seus direitos fundamentais contidos na nossa Constituição”, continuou.


Para o senador “é importante e relevante que a nossa voz possa ecoar no Parlamento não como um repto de fragilização das instituições, pelo contrário, pelo fortalecimento dessas instituições, que, em última instância, representam a Constituição e o país, o princípio sagrado da divisão dos Poderes, para que cada Poder possa exercer o seu mister, a sua ação, sem hipertrofia e sem atabalhoamento e Legislativo possa, de fato, formular as leis que vão reger o destino da nação, para que o Executivo coloque em prática a sua agenda e para que ela possa ser livremente discutida e contraditada por aqueles que entendem que não é o rumo que o país tem que tomar, para que o Judiciário possa ser a instância que vai dirimir as dúvidas, inerte, que precisa necessariamente ser provocado, e não como um agente político ativo que toma o espaço tanto do Legislativo como do Executivo.


Marinho afirmou que esse quadro atual “desequilibra os Poderes da República e fragiliza a democracia brasileira”.


Dito isso, continuou, “causa espécie e espanto, até perplexidade o tom que é dado pela cobertura da grande mídia ao evento democrático e livre que ocorreu de forma ordeira, pacífica, no domingo (5/2), na Avenida Paulista, não houve um único registro de agressão, de confusão, de quebra-quebra, ao contrário dos eventos promovidos pela esquerda neste país, que, via de regra, terminam com vândalos depredando vidraças do patrimônio privado e público como se fosse, na verdade, um desafogo das suas frustrações”.


O senador criticou “vozes teoricamente respeitáveis da classe política falarem que aquele evento era uma espécie de afronta à Constituição e às suas instituições, quando, na verdade, era uma celebração da democracia. São pessoas que não estão acostumadas a serem contraditadas”.


Marinho lembrou que na semana passada, falou em Plenário que o PT “é um partido autoritário e arrogante, porque pedia a cassação do registro do maior partido do Brasil, porque esse partido, na verdade, ameaçava-o nas urnas em 2024 e 2026”.


“Nós não tememos a competição e o debate, não tememos a comparação, porque do nosso lado estão os homens e mulheres de bem, que amam este país, que não têm vergonha de ser patriotas, que não têm vergonha de defender as suas famílias, que não têm vergonha de defender a vida desde a sua concepção, que não têm vergonha de defender a propriedade como um pilar, como um sustentáculo da nossa democracia liberal, que defendem o empreendedorismo e o mérito, que são contra o aparelhamento do Estado”, destacou.


Segundo Marinho, quem governa o país “não quer a pacificação, não quer viver com o contraditório, não aceita oposição e quer ter o monopólio da informação, da narrativa e a possibilidade de reescrever, através do revisionismo histórico, o nosso passado recente, que mostrou as vísceras de um partido que não tem projeto de país, tem projeto de poder e que assaltou a nação”.


Rogério Marinho sugeriu que a esquerda ocupe as ruas do país também, “porque não tememos a comparação, vá às ruas, num ato democrático, para defender as suas pautas do arrefecimento e da diminuição das penas para aqueles que roubam, assaltam o patrimônio dos brasileiros, defender a liberação das rogas, para defender que a propriedade possa ser invadida pelas instituições que são hoje aparelhadas pelo Governo atual”.


Marinhou conclamou: “vão às ruas defender os ditadores de ocasião; a aliança espúria, do Brasil com o Irã, com os assassinos do Hamas; feita com a Rússia, agressora da Ucrânia; a relativização assalto aos direitos humanos na Venezuela”.

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