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Crime ambiental: Árvore do Amor, símbolo do turismo no RN, tem raízes cortadas

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Um dos principais pontos turísticos do Rio Grande do Norte, a Árvore do Amor, localizada em Maxaranguape, no litoral Norte potiguar, teve parte de suas raízes cortadas em uma ação de depredação.

De acordo com a Prefeitura do município, que classificou o ato como “brutal crime ambiental”, a suspeita é de que a ação tenha ocorrido na madrugada desta terça-feira (28).

Por meio de uma nota, publicada nas redes sociais, a Prefeitura de Maxaranguape disse que irá acionar os órgãos competentes para apurar o ato de vandalismo e punir os possíveis responsáveis.

Conforme trecho da nota, “estamos providenciando um boletim de ocorrência criminal, acionando todos os órgãos competentes, IDEMA, IBAMA, Governo do Estado, Polícia Militar, Ambiental e pedindo colaboração de todos que possam ajudar a identificação dos infratores e aplicação das devidas penalidades de acordo com a Lei”, diz.

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema) informou à TRIBUNA DO NORTE, que recebeu a denúncia e despachou uma equipe de fiscalização para investigar o incidente e tomar as medidas administrativas necessárias. A visita foi realizada nesta quarta-feira.

“A vistoria foi realizada agora pela manhã, os fiscais procuraram a prefeitura, bem como o secretário de meio ambiente, que pediram a ajuda do Idema. Não foi possível identificar a pessoa que fez isso, mas o município pediu a ajuda do Idema para recuperar as raízes da árvore, e assumimos um compromisso, deles solicitarem isso via ofício e a gente encaminhar o setor florestal para ver se consegue recuperar as raízes da árvore”, explica Lucia Silva, coordenadora da Fiscalização do Idema.

O Instituto aponta que os cortes não foram suficientes para matar a árvore, no entanto, o ato de vandalismo deixa uma preocupação que precisa ser tratada.

“Não vai matar a árvore, pois o sistema radicular está bem profundo, no entanto, os cortes expostos vai favorecer a entrada de patógenos que vão tornando a árvore mais frágil com o passar do tempo”, diz a analista ambiental do Idema, Ronile Santos.

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